“Queremos ter mais nadadores entre os 16 primeiros do que tivemos no último Mundial, onde conseguimos apenas uma presença em meias-finais”, disse José Machado, Diretor Técnico Nacional (DTN), da federação portuguesa da modalidade.

José Machado assume que o principal objetivo é “igualar o resultado conseguido nos Jogos Olímpicos Rio2016, competição na qual Alexis Santos conseguiu dois lugares entre os 16 primeiros”.

O responsável federativo admite que Alexis Santos, nadador do Sporting, poderá ser um dos atletas mais bem colocados para atingir esses objetivos.

O DTN assume que atualmente Portugal já participa em Mundiais com aspirações, ao contrário do que chegou a acontecer no passado quando: “a participação em Mundiais era apenas uma participação”.

Apesar de o objetivo principal serem lugares entre os 16 primeiros, obviamente, José Machado garante que a federação da modalidade e os atletas não deixam de “sonhar com a presença em finais”.

O DTN lembra que dos sete nadadores convocados – quatro masculinos e três femininos – cinco chegam à competição, que decorrerá em Budapeste, com mínimos A, o que é um bom indicador.

“Se fizerem os seus recordes pessoais, que na sua maioria são recordes nacionais acabamos por conseguir alcançar outros objetivos”, disse.

No setor masculino, além de Alexis Santos, Portugal vai estar representado por Guilherme Pina (Sporting), Miguel Nascimento (Benfica) e Gabriel Lopes (Louzan Natação).

Em femininos, as representantes lusas serão Diana Durães (Benfica), Tamila Holub (Sporting Braga) e Victoria Kaminskaya (Estrelas São João Brito).

Antes dos Mundiais de natação pura, decorreram os Mundiais de águas abertas e de natação sincronizada, competições nas quais Portugal também esteve representado.

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