Depois de a direção da entidade que rege as ligas profissionais inglesas ter dado o seu aval na semana passada, este é mais um passo tendo em vista a concretização do negócio entre Jim Ratcliffe, dono da empresa química Ineos, e a família norte-americana Glazer.

A comissão independente foi criada recentemente para verificar se os potenciais compradores de clubes ingleses cumprem as regras estipuladas em Inglaterra para este tipo de transações, algo que não acontecia anteriormente, tal como nas vendas do Manchester City aos Emirados Árabes Unidos e do Newcastle à Arábia Saudita.

A família Glazer, proprietária do clube desde 2005, abriu no ano passado um processo de venda parcial ou total para receber novos investimentos, e com a chegada de Ratcliffe, encerrou este capítulo, visando manter o sucesso financeiro do clube e ressuscitá-lo a nível desportivo, que está em declínio desde 2013, ano em que o treinador Alex Ferguson se aposentou e em que os ‘red devils’ conquistaram o seu último título de campeão inglês.

No âmbito deste acordo, Ratcliffe fica responsável pelas operações desportivas do clube, além de injetar 300 milhões de libras (330 milhões de euros) nos cofres do United, para investimentos tanto em transferências, como na remodelação do estádio Old Trafford.

A oferta de Ratcliffe, que foi aceite pelo clube em dezembro, prevaleceu sobre a do Qatar, que ofereceu 5 mil milhões de euros para assumir todo o clube, mas nunca apresentou as garantias para realizar a operação.

O último passo para que a compra seja totalmente oficial é receber a aprovação da Federação Inglesa de futebol (FA).

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