Bruno de Carvalho, que admitiu mesmo a possibilidade de impugnar a assembleia geral da Liga, com base na recusa em admitir à votação propostas apresentadas pelo Sporting e FC Porto, abandonou a reunião, em conjunto com Rui Caeiro, representante do clube da direção do organismo.

“Como o modelo de gestão aprovado da Liga foi colocado em causa por este G15 -3, pedi ao representante do Sporting na direção da Liga para suspender de imediato as suas funções, até que seja esclarecido qual é afinal o modelo de governação da Liga, e também comigo abandonar a AG”, escreveu Bruno de Carvalho no seu Facebook oficial.

O presidente dos ‘leões’ acusou o movimento G15, que engloba a maioria dos clubes do escalão principal, mas não Benfica, FC Porto e Sporting, de pretender “substituir-se à Liga e fazer propostas diretamente numa AG, mas numa total hipocrisia”.

“A cobardia por não quererem ver as suas propostas rejeitadas, muitas delas uma perfeita aberração, fez com que chumbassem a admissão das propostas do Sporting CP e do FC Porto (esta situação da admissibilidade já está a ser vista pelo departamento jurídico se não é motivo para impugnação visto que as 3 propostas foram apresentadas dentro dos prazos regulamentares)”, assinalou.

Sem nomear, Bruno de Carvalho revelou que “houve, pelo menos, um presidente que andou pelos corredores da Liga a pedir aos clubes para votarem contra as propostas do Sporting e do FC Porto”, cujo presidente, Pinto da Costa, também abandonou a assembleia geral.

“Se este ano tem sido revelador de alguns dos piores episódios da história do futebol, acabar o ano com esta AG miserável é coerente. Vergonha”, criticou Bruno de Carvalho, lamentando os “atos de cobardia” e a “falta de democracia” ocorridos durante a reunião, na sede da Liga, no Porto.

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