Em comunicado publicado no sítio oficial da internet, o clube refere que “o contrato existente mantém-se válido em primeira instância”, mas que, para a “proteção de todas as partes envolvidas, o St. Pauli dá permissão a Cenk Sahin para treinar e jogar por outros clubes”.

“Depois de conversas entre os dirigentes do clube e o jogador, Cenk Sahin foi dispensado de treinar e jogar com efeito imediato. Os principais fatores para a tomada de decisão foram o desrespeito repetido pelos valores do clube e a necessidade de proteger o jogador”, pode ler-se na nota.

No mesmo documento, o emblema explica que, “depois de muitas conversas com adeptos, membros e amigos” turcos não vai “avaliar em detalhe nuances de perceções ou atitudes de outras origens culturais”.

“No entanto, que nós rejeitamos atos de guerra não está aberto a dúvidas ou discussões. Esses atos e a expressão de solidariedade a favor deles são contrários aos valores do clube”, prossegue o comunicado.

Na sexta-feira passada, os ‘ultras’ do St. Pauli exigiram a rescisão de contrato do jogador, referindo que esta não era a primeira “gafe verbal ou mediática de Sahin sobre o assunto, que já se manifestou de forma pró-nacionalista, fiel ao regime e com desprezo sobre a morte da população curda no passado”.

O St. Pauli é o atual quinto classificado na II Liga alemã e é largamente conhecido como um emblema de culto, devido às posições de esquerda que assume em questões políticas e sociais.

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