De acordo com UEFA, esta medida foi tomada “em consonância com decisões anteriores adotadas à luz da escalada militar em larga escala que levou à invasão do território ucraniano pelo exército russo” e baseia-se “em considerações e conclusões que foram sistematicamente extraídas pelas agências especializadas em análise política e estratégica internacional”, cujos relatórios foram consultados pelo organismo máximo do futebol, após avaliação da situação atual na região da Transnístria.

“O Comité Executivo da UEFA, enquanto órgão competente para elaborar os regulamentos que regem a realização das competições da UEFA (de acordo com o artigo 50.º, n.º 1, dos Estatutos da UEFA), tem a responsabilidade geral de assegurar o bom funcionamento das suas competições, o que inclui a obrigação de impedir temporariamente a realização de jogos das competições da UEFA em determinadas regiões quando o conjunto de circunstâncias o exigir”, referiu o órgão executivo da UEFA, a justificar a sua decisão.

Mais fez saber o mesmo comité que o Sheriff Tiraspol, que irá participar, em representação da Moldávia, na próxima pré-eliminatória da Liga dos Campeões em 2022/23, foi convidado a propor um estádio alternativo, o qual deve cumprir todos os regulamentos aplicáveis da UEFA, fora da região da Transnístria, para a realização dos seus jogos em casa nas competições de clubes da UEFA, enquanto a proibição de jogar na região continuar em vigor.

Por fim, a UEFA informa que “estará à disposição para convocar novas reuniões, regular e continuamente, consoante for necessário, para reavaliar a situação legal e factual à medida que a situação evolui e tomar novas decisões conforme necessário”.

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