Segundo classificado em 2018, então ao serviço da Sporting-Tavira, o luso voltou à Efapel e terá este ano uma formação, liderada por Rúben Pereira, construída em torno do objetivo de “tentar melhorar” o resultado da última edição.

“É difícil ganhar e só pode ser um. Espero estar eu, ou alguém da equipa, na discussão. Partimos com o pensamento da vitória e vamos fazer de tudo para levar a Volta para casa”, atirou, à margem da apresentação das equipas, em Viseu.

O português mostrou-se “tranquilo”, até porque “nem parece que chegámos à Volta”.

“Na quarta-feira, certamente vou ficar um pouco mais nervoso”, admitiu.

Apesar dos vários anos a correr a ‘Portuguesa’, o corredor de 29 anos admitiu que ainda há “sempre” algum nervosismo, mesmo que agora seja “diferente”.

“Somos mais velhos e sabemos o que nos espera”, atirou.

Quanto às sensações, comentou, estas são “boas, nos treinos foram boas”, mas o objetivo é que “em competição sejam ainda melhores” e possa discutir a vitória final.

A 81.ª edição da Volta a Portugal arranca quarta-feira em Viseu, passando depois por 10 etapas e um dia de descanso, em pontos ‘míticos’ como a Torre (quarta etapa) ou a Senhora da Graça (nona etapa) antes de terminar num contrarrelógio entre Vila Nova de Gaia e o Porto, que acolhe um final de etapa pela primeira vez em 30 anos.

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