Na geral individual, Raúl Alarcón terminou a prova, que completou 90 anos e que se iniciou em Lisboa e terminou em Viseu, em 41:46:24 segundos. Amaro Antunes, colega da equipa portista, foi 2.º classificado, a 1 minuto e 24 segundos. Vicente Garcia de Mateos - Louletano - foi 3.º a 5:25.

A W52 Porto venceu por equipa a 79.ª edição da prova.

"Sonho tornado realidade", disse Alarcón no final da prova. "Esta é uma prova importantíssima. Desde o primeiro fui desfrutando. A chave foi a etapa de ontem [subida à Torre], que foi um grande trabalho da nossa equipa e do nosso diretor", acrescentou o atleta de 31 anos, ouvido pelo SAPO24.

créditos: MadreMedia

Alarcón dedicou o seu triunfo à equipa, que confiou nele, e, especialmente, ao galego, vencedor da Volta em 2014 e 2015, que soube passar-lhe a ‘chefia’ da W52-FC Porto.

“Agora estou a desfrutar deste momento. Sempre disse, como na Volta, que vou dia a dia. Não posso olhar mais para a frente”, respondeu quando questionado sobre o futuro e sobre uma eventual liderança bipartida da formação ‘azul e branca’.

O vencedor da Volta recordou que trabalhou muito ao longo do ano, fez várias concentrações em altitude, e negou-se a antever uma melhoria de resultados no próximo ano.

“Quando era jovem, pensava no futuro. E depois, quando não acontecia, sofria. Estive no mais alto do ciclismo aos 20 anos e depois levei uma paulada grande. Mais vale pensar dia a dia”, defendeu, reconhecendo, no entanto, que gostava de estar presente numa Volta a Espanha.

“É algo que ainda me falta fazer. Se conseguir, ótimo. Se não, estou feliz, porque ganhei uma grande volta. Há muito talento nesta equipa. Acredito que temos qualidade para estar numa grande volta”, concluiu.

*Os jornalistas viajaram a convite da Rúbis Gás

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