“Vamos honrar os acordos assumidos com clientes antes de 8 de maio e garantir que serão concluídos antes de 4 de novembro, como exigido pelas sanções dos Estados Unidos”, segundo a empresa à agência France Presse.

O grupo garantiu a avaliação dos possíveis efeitos sobre as suas atividades e que mantém contacto com os seus clientes para os informar de quaisquer alterações.

O presidente norte-americano, Donald Trump, anunciou no início do mês que seria abandonado o acordo nuclear com o Irão concluído em 2015, uma decisão que fez disparar o preço do petróleo Brent para entrega em julho para níveis máximos desde 2014.

Trump decidiu ainda restabelecer as sanções dos EUA levantadas no âmbito do acordo para todas as empresas que operam nos Estados Unidos ou operam em dólares.

Os parceiros da União Europeia (UE) criticaram a saída de Washington do pacto nuclear com Teerão, alertando para as suas possíveis consequências e expressaram o compromisso de nele se manterem.

O acordo, assinado pelo antecessor de Trump, Barack Obama, travava o programa nuclear iraniano e submetia-o a inspeções periódicas de especialistas internacionais em troca do levantamento das sanções económicas impostas a Teerão.

O Departamento do Tesouro norte-americano deu um prazo de entre 90 e 180 dias para que as empresas estrangeiras com operações no Irão aí cessem as suas atividades em setores fundamentais, como o energético, se não quiserem ser alvo de sanções económicas.

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