Segundo a “Síntese da atividade sancionatória do Banco de Portugal” relativa ao primeiro trimestre deste ano, dos 26 processos decididos, 12 respeitam a infrações de natureza prudencial.

Dos restantes, acrescenta, seis respeitam a infrações de natureza comportamental, três respeitam a infrações às regras em matéria de recirculação de numerário, três respeitam a infrações relacionadas com atividade financeira ilícita e dois respeitam a infrações a deveres relativos à prevenção do branqueamento de capitais e do financiamento do terrorismo.

No contexto das decisões proferidas, refere o banco central, foram aplicadas coimas que totalizaram 1.463.250 euros, dos quais 34.500 euros foram suspensos na sua execução.

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