No total, Bruxelas vai apoiar 79 projetos, que vão receber mais de 146 milhões de euros, ao abrigo da Fase 2 do Instrumento PME e do Processo Acelerado para a Inovação do CEI.

Em Portugal, a Nano4, uma nanotecnologia altamente específica e sensível para diagnósticos moleculares, de Lisboa, recebeu 1,42 milhões de euros pelo Instrumento PME, a InsurAgility, no Porto, que acelera, facilita e diminui os custos de operações de seguradoras, receberá quase 1,4 milhões de euros através mesmo Instrumento, enquanto a Phagovet, uma solução para controlar surtos de salmonela e E. coli na produção de aves, recebe mais de 2,6 milhões de euros ao abrigo do Processo Acelerado para a Inovação.

“Este é um apoio muito importante para os europeus que continuam a apostar na inovação. Com um financiamento total de 5,4 milhões de euros, os três projetos portugueses agora premiados são exemplos de excelência da inovação que se faz no país nestes domínios”, destacou o comissário europeu da Investigação, Ciência e Inovação, Carlos Moedas.

Na Fase 2 do Instrumento PME, cada projeto recebe até 2,5 milhões de euros para financiar demonstrações, testes, experimentação ou até o crescimento do projeto, enquanto no Processo Acelerado para a Inovação, os projetos recebem cerca de dois milhões de euros para tecnologias inovadoras, conceitos e modelos de negócio próximos do mercado.

Em ambas as vertentes, os projetos apoiados têm acesso a serviços de aceleração e formação gratuitos.

O Instrumento PME e o Processo Acelerado para a Inovação são hoje uma parte central do projeto-piloto do CEI, que, até 2020, vai distribuir 2,7 mil milhões de euros a inovações revolucionárias, sob alçada do Horizonte 2020.

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