A empresa de notação financeira diz que a confirmação do ‘rating’ reflete a sua visão de que o banco público conseguiu fazer face a alguns dos desafios, com melhoria do perfil de risco e da rentabilidade, e está a implementar do plano estratégico.

A favorecer a CGD está ainda a significativa quota de mercado em depósitos e crédito.

Quanto à perspetiva positiva atribuída, o que pode levar à subida do ‘rating’ da CGD, a DBRS relaciona com as melhorias das condições económicas de Portugal, a boa cobertura de crédito malparado da CGD, a capacidade de gerar capital por retenção de lucros e as sólidas posições de capital e liquidez.

Quanto ao crédito malparado, a DBRS admite que houve progressos “significativos” na sua redução nos últimos 15 meses, mas diz que o grupo deve ser capaz de acelerar ainda mais a redução nos próximos trimestres” para ficar em linha com os pares europeus.

No final de março, o malparado era de 7,3 mil milhões de euros.

A CGD teve lucros de 51,9 milhões de euros em 2017, depois de anos de perdas e de em 2016 ter tido mesmo prejuízos históricos de 1.859 milhões de euros.

Já no primeiro trimestre deste ano teve lucros de 68 milhões de euros, o que compara com prejuízos de 38,6 milhões de euros de janeiro a março de 2017.

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