Na reunião anual do Fundo Monetário Internacional (FMI) com o Banco Mundial, Draghi disse que seria muito otimista considerar que o Brexit não terá consequências.

"Os especialistas notaram que o efeito a curto prazo sobre o referendo no Reino Unido foi menos dramáticos do que era esperado", disse.

"Mas pensar que não haveria qualquer consequência seria esperar demasiado", acrescentou, explicando que o prolongamento das consequências dependerá do tempo que o Reino Unido levará a sair da União Europeia.

"Certamente que esse é uma de outras que assombram o panorama do crescimento", afirmou.

A declaração parece um reconhecimento em uníssono do reflexo do 'brexit' na economia europeia. O tema terá sido certamente discutido na reunião tendo agora por base a queda, na sexta-feira, da libra em relação ao dólar.

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