"As informações que tenho recebido dos vários pontos do país são de que as vendas não estarão muito mal, estarão acima do ano passado, entre 10% a 15%", afirmou Vasco Mello.

"Há uma recuperação do consumo, nomeadamente no calçado, sendo certo que no vestuário e na eletrónica é menor", acrescentou o vice-presidente da confederação.

"O calçado está a ter um bom comportamento", acrescentou, adiantando que a área alimentar também regista uma boa dinâmica.

O período de Natal é capaz de representar, no mínimo, ao dobro das vendas de um mês normal, exemplificou Vasco Mello, adiantando que o peso das vendas nesta quadra depende do setor.

Relativamente a lei dos saldos, cujas novas regras estão em vigor desde 2015, Vasco Mello salientou que "a existência de promoções tem tido alguma influência para o aumento das vendas", mas alertou para a questão da margem comercial.

"Esta famosa lei" levou a uma "diminuição brutal das margens de comercialização", apontou, defendendo que "todo este modelo deve ser repensado".

Com as promoções, "até podem ter mais vendas, mas não sei se os comerciantes ganham mais dinheiro", disse.

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