“Foi bom termos visto o acordo de compra e venda e que conheceremos com mais detalhe nas próximas semanas”, disse Margrethe Verstagher, em conferência de imprensa.

A comissária adiantou ser “muito positivo que esta longa saga – que começou com o Banco Espírito Santo [BES] a necessitar de ajuda, passou pela solução temporária do Novo Banco e os acordos e compromissos então assumidos pelo Governo português para vender, num rasto que vai até 2014 – esteja num processo de finalização”.

“É bom que a venda esteja concluída e terminado um processo que durou mais do que três anos”, salientou.

Reiterando que “compete às autoridades portuguesas decidirem a quem querem vender o Novo Banco”, a responsável pela pasta da Concorrência no executivo comunitário disse que a venda do banco contribui para “assegurar que Portugal tem um sistema bancário competitivo, que beneficie toda a economia”.

A venda do Novo Banco ao fundo de investimento norte-americano Lone Star foi anunciada na passada sexta-feira.

O grupo norte-americano vai realizar injeções de capital no montante total de 1.000 milhões de euros, dos quais 750 milhões de euros logo no fecho a operação e 250 milhões de euros até 2020, anunciou o governador do Banco de Portugal, Carlos Costa, confirmando a venda e assinatura dos documentos contratuais por parte do Fundo de Resolução.

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