De acordo com os dados hoje divulgados pelo Instituto do Emprego e Formação Profissional (IEFP), em comparação com o mês anterior, o número total de desempregados registados em dezembro do ano passado recuou 0,8%, o que representa menos 3.878 pessoas.

Em janeiro de 2016, o número de desempregados registados alcançou os 570.380.

Face ao mês homólogo de 2015, o número de desempregados inscritos nos centros de emprego caiu em ambos os sexos, mas a queda foi mais significativa nos homens, com uma descida de 14,9%, enquanto nas mulheres a redução foi de 11,4%.

Quanto ao grupo etário, o número de jovens inscritos (com menos de 25 anos) conseguiu uma redução de 20,1% e o grupo dos adultos apresentou, igualmente, uma descida homóloga do número de inscritos de 12,1%.

No que respeita ao tempo de inscrição, os desempregados inscritos há menos de um ano diminuíram 15% em relação a dezembro de 2015, e os desempregados de longa duração, isto é, com tempo de inscrição igual ou superior a um ano, diminuíram 11%.

O número dos desempregados que procuravam um novo emprego diminuiu também face ao mês homólogo de 2015 (-12,9%), bem como aqueles que procuravam o primeiro emprego (-14,7%).

“A descida anual do desemprego fez-se sentir em todos os níveis de instrução. Os decréscimos percentuais mais elevados verificaram-se no 1º e 3º ciclos do ensino básico com, respetivamente, -14,7% e -15,0% face ao mês homólogo de 2015″, sinaliza o IEFP.

A nível regional, comparando com o mês de dezembro de 2015, o desemprego diminuiu em todas as regiões do país, destacando-se o Centro com a descida percentual mais acentuada (-16,7%).

Em relação ao mês anterior, o desemprego diminuiu em todas as regiões, com exceção do Algarve e Centro, onde se verificaram acréscimos de, respetivamente, 6,8% e 1,7%.

As colocações realizadas durante o mês de dezembro de 2016 totalizaram as 4.876 em todo o país, um número inferior ao de igual período de 2015 (-38,7% ou o equivalente a 3.079 colocações) e ao do mês anterior (-16,2% ou o equivalente a 942 colocações).

A análise das colocações por grupos de profissões (dados do continente), mostra, de acordo com o IEFP, uma maior concentração nos “trabalhadores não qualificados” (23,6%) e nos “trabalhadores dos serviços pessoais, de proteção e segurança e vendedores” (20,0%).

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