"Temos um nível de endividamento público e privado elevado. Mas está a melhorar. A dívida líquida, no ano passado, reduziu-se pela primeira vez. E a dívida bruta, sem contar com as operações de apoio ao sistema financeiro [Banif e CGD], também teria sido reduzida", destacou o governante.

Segundo António Costa, caso se confirme a libertação de saldos primários prevista pelo executivo, será possível "responder positivamente à gestão da dívida".

"O Estado dispõe hoje de margens de conforto da sua solidez. E a evolução positiva do sistema financeiro indica que não se repetirão as necessidades que justificaram os desenvolvimentos do ano passado", realçou.

O primeiro-ministro apontou para a "devolução de 'CoCos'" do Banco Comercial Português (BCP), que ascendem a 700 milhões de euros e que serão pagas ao Estado depois de concluído o aumento de capital do banco em curso, e para a devolução das verbas relativas ao auxílio ao Banco Privado Português (BPP), para considerar que será possível fazer "novas amortizações no pagamento ao FMI".

António Costa falava durante a cerimónia de inauguração do novo edifício-sede do Banco Santander Totta , em Lisboa, que contou também com a presença de Fernando Medina, presidente da Câmara Municipal de Lisboa (CML), de Ana Botín, presidente do grupo financeiro espanhol Santander, e de António Vieira Monteiro, presidente do BST.

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