Em termos de segmento, no final de setembro, o rácio de crédito em risco das empresas não financeiras continua a ser o mais elevado, ascendendo a 20,2%, seguido pelo crédito ao consumo e outros fins (14,9%) e pelo crédito à habitação (6%).

"A diminuição do crédito em risco reflete, sobretudo, os desenvolvimentos no segmento das sociedades não financeiras, no qual se conjugou uma diminuição do crédito em risco (efeito numerador) e um aumento do crédito (efeito denominador)", especificou o banco central.

Já o 'stock' de imparidades para crédito situou-se em 8,2% do crédito bruto, tal como nos dois trimestres anteriores.

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