“Esta semana de luta tem como objetivo a defesa de aumentos salariais, a resolução das situações de precariedade e a contestação da possibilidade de desmembramento da empresa”, afirmou à agência Lusa José Manuel Oliveira, coordenador da Federação dos Sindicatos dos Transportes e Comunicações (FECTRANS).

A EMEF é uma empresa pública, detida a 100% pela CP — Comboios de Portugal, que emprega cerca de 1.000 trabalhadores, que asseguram a manutenção do material circulante (comboios).

Em janeiro, a FECTRANS divulgou a intenção da CP de manter a EMEF a trabalhar apenas para a CP e de criar dois Agrupamentos Complementar de Empresas (ACE), um para a reparação do material do Metro do Porto e o outro para a reparação de material circulante de mercadorias.

A FECTRANS considera que a criação dos ACE abre a “porta à entrada de privados em dois setores importantes da EMEF”.

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