O dirigente da Federação dos Sindicatos da Administração Pública (Fesap) falava à saída de uma reunião, no Ministério das Finanças, com a secretária de Estado do Emprego Público, Fátima Fonseca, sobre a política de admissões no Estado.

"Ficou claro que há abertura do Governo para discutir um conjunto vasto de matérias", nomeadamente "no que respeita a futuras admissões", disse José Abrão aos jornalistas, acrescentando que o Governo apontou para "1.500 trabalhadores para a educação" e também contratações na área de ciência e tecnologia.

O sindicalista adiantou que "neste momento, por intermédio da DGAEP [Direção Geral da Administração e do Emprego Público], o Governo está a fazer um levantamento das necessidades permanentes dos serviços com vista a suprir necessidades e faltas onde elas existam".

José Abrão disse ainda que valoriza o descongelamento de progressões na carreira na administração pública, mas afirmou estar "preocupado" com "uma parte significativa" de trabalhadores que, em janeiro, devido ao fim dos duodécimos dos subsídios de Natal, e com "miseráveis 4 ou 5 euros" de progressão, vão acabar por receber menos do que em dezembro.

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