O JUMP - European Music Market Accelerator é um programa de inovação com o apoio da Comissão Europeia através da Europa Criativa, coordenado pelo francês MaMA — Festival & Convention e implementado por uma rede de festivais europeus, entre eles o português MIL.

Com nove meses de duração, tem como objetivo ajudar o setor musical a adaptar-se às recentes transformações do mercado.

A terminar a sua primeira edição, abriu esta quinta-feira novas candidaturas para o próximo ciclo de formação. Em 2020 o número de iniciativas apoiadas aumenta de 10 para 15 e as ideias e os projetos ganham dois programas em separado, o JUMP Start e o JUMP Boost.

O JUMP Start visa ideias que precisem de mentoria e uma rede de contactos para serem colocadas em prática, e o JUMP Boost visa projetos, com um ou dois anos de experiência, que procurem dar o salto. 

As candidaturas podem ser feitas no site do JUMP, em jumpmusic.eu/apply, até ao dia 24 de novembro de 2019. A primeira seleção será anunciada a 10 de dezembro e o anuncio dos 15 projetos que integraram o programa de 2020 feito a 10 de janeiro do próximo ano.

Podem candidatar-se aos JUMP Start e JUMP Boost ideias e projetos dos 28 países membros da União Europeia, mas também da Islândia, Noruega, Suíça, Albânia, Montenegro, Macedónia e Turquia. Podem continuar candidatar-se, até novas informações, ideias e projetos do Reino Unido; o Brexit é um elefante na sala, mas não afeta, por enquanto, e ilegibilidade das propostas.

As propostas devem restringir-se às diversas dimensões da indústria musical (artistas, festivais, salas de espéculos, promotores, media, editoras, entre outras) e os proponentes ter, pelo menos, três anos de experiência nessa área, mais de 18 anos e serem fluentes em inglês. Os critérios de seleção prendem-se, ainda, com a visão e o caráter inovador da ideia ou do projeto.

Os JUMPers beneficiarão de um acompanhamento intensivo e da orientação personalizada por parte da estrutura do programa, dos tutores e de uma da rede de festivais europeus. O programa decorrerá de março a novembro de 2020 e todos os custos de deslocações e estadia serão custeados pelo JUMP.

Sem revelar números concretos, Laura Gardes, coordenadora do JUMP, disse ao TNBI que na edição de 2019 concorreram ao programa “mais de dez projetos” nacionais. Número que acredita vir a aumentar nesta nova fase de candidaturas, face ao destaque do MIL - Lisbon International Music Network, festival parceiro, e à visibilidade da Faniak, plataforma portuguesa de gestão de bandas, que integra a lista dos dez projetos da primeira edição que termina este mês de novembro.

(A jornalista está no MaMA Festival & Convention, que termina esta sexta-feira, a convite da JUMP – European Music Market Accelerator.)

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