Das dez camas e berços existentes no serviço, oito estão atualmente “equipadas com câmaras de vídeo, ligadas a um servidor de IP, que permite aos pais verem em casa, no computador, a incubadora onde se encontra o bebé”, explicou à Lusa Alcina Sousa, enfermeira chefe da Neonatologia no Hospital das Caldas da Rainha.

O acesso é feito através de uma palavra-passe atribuída pelo hospital a cada incubadora e que “é alterada sempre que a mesma é ocupada por um novo bebé”, acrescentou.

O serviço é disponibilizado gratuitamente aos pais, mantendo-se as câmeras ligadas ao longo de todo o período de internamento dos bebés e sendo a imagem “tapada apenas quando são feitos processos invasivos ou cuja visão possa perturbar os pais”, disse a mesma responsável.

O serviço Baby Care foi instalado pela Fundação PT (Portugal Telecom), no âmbito da “estratégia de responsabilidade social da empresa” que, segundo a presidente, Graça Rebocho, “faculta esta tecnologia a todos os hospitais públicos que o solicitem”.

No caso do Centro Hospitalar do Oeste (CHO) o serviço representou um investimento de oito mil euros e foi o 10.º a ser instalado a nível nacional e o primeiro na zona centro do país.

Desde 2002, ano em que o primeiro Baby Care foi instalado na Maternidade Alfredo da Costa, em Lisboa, a Fundação PT já disponibilizou um total de 100 câmeras de vídeo que, de acordo com Graça Rebocho, “serviram cerca de 1.500 famílias”.

O CHO foi criado no dia 1 de outubro de 2012, resultado da fusão hospitalar do antigo Centro Hospitalar do Oeste Norte e do antigo Centro Hospitalar de Torres Vedras e integra os hospitais das Caldas da Rainha, Peniche e Torres Vedras.

Serve uma população de mais de 300 mil habitantes dos concelhos das Caldas da Rainha, Óbidos, Peniche, Bombarral, Torres Vedras, Cadaval e Lourinhã e de parte dos concelhos de Alcobaça (freguesias de Alfeizerão, Benedita e São Martinho do Porto) e de Mafra (com exceção das freguesias de Malveira, Milharado, Santo Estevão das Galés e Venda do Pinheiro).

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