A apresentação conta com o quinteto de metais da Escola Superior de Música de Lisboa, 5 Brass Group, está anunciada para as 13:00, na Bolsa de Turismo de Lisboa, na Feira Internacional de Lisboa, e conta com a participação do presidente da Entidade de Tursimo do Alentejo e Ribatejo, Ceia da Silva, do presidente da Câmara de Marvão, Luís Sobreira Vitorino, e do assessor arístico do festival, Bernardo Mariano.

O 5 Brass Group é formado por Filipe Araújo e Dora Capela (trompetes), Marcelo Pereira (trompa), Hugo Pedrosa (trombone) e Rúben Valério (tuba), e vai interpretar composições de Tylmann Susato, Claude Debussy e Dmitri Shostakovich.

Em declarações à agência Lusa, Bernardo Mariano realçou a “participação recorde de artistas portugueses”, nesta quinta edição que se realiza de 20 a 29 de julho, nas localidades de Marvão, Portalegre, Santo António das Areias, Galegos, Escusa, na Quinta dos Olhos d’Água, no complexo arqueológico romano de Ammaia e, pela primeira vez, na vila de Castelo de Vide, além de Valência de Alcântara, cenário já habitual.

Durante os dez dias do festival realizam-se 35 concertos, contando com a presença dos portugueses João Barradas (acordeão), Horácio Ferreira (clarinete), Rui Lopes (fagote), Agostinho Sequeira (percussão), Raul da Costa e Vasco Dantas Rocha (piano), Ricardo Leitão Pedro (tenor e alaudista), Adriana Ferreira (flauta), Cristiana Neves (trompa), João Miguel Silva (oboé) e André Gaio Pereira (violino), que se apresentam a solo, em música de câmara ou com orquestra.

No FIMM participam “mais de 300 artistas, de mais de 20 nacionalidades”, sendo esperados “mais de 6.000 espetadores”, disse o musicólogo.

A direção artística do FIMM é partilhada pela soprano Juliane Banse, que fará estreia, em abril, sob a direção de Jaap van Zweden, no Concertgebouw, em Amesterdão, do monodrama “The Tell-Tale Heart”, do compositor holandês Willem Jeths, baseado num conto de Edgar Allan Poe, e pelo regente alemão Christoph Poppen, que criou o festival em 2014, atualmente maestro convidado principal da Orquestra de Ca^mara de Colo´nia.

“Uma ocasião muito especial no festival será uma dupla sessão na cisterna do Castelo de Marvão, com os quatro antigos elementos do lendário Hilliard Ensemble [1974-2014], que aceitaram voltar a reunir-se, excecionalmente, para esta participação no Festival de Marvão”, no dia 28, ao final da noite.

No dia da abertura, no Castelo, atua, estreando-se em Portugal, a Orquestra Estatal de Atenas, dirigida por Christoph Poppen, sendo solistas o soprano Juliane Banse e a violinista Veronika Eberle, com um programa inteiramente preenchido por composições de Antonín Dvorák, designadamente o Concerto para violino, a “Canção da Lua”, da ópera “Rusalka”, interpretada em português, e a Sinfonia n.º 8.

Da programação deste ano, o musicólogo salientou a participação do maestro António Victorino d’Almeida, para acompanhar ao piano “a grande ‘chansonnière’ austríaca” Erika Pluhar, no dia 24 de junho, no concelho vizinho de Castelo de Vide, na Fundação N.S. da Esperança.

O Coro Gulbenkian apresenta, nesta edição, o Requiem, de Mozart, acompanhado pela Orquestra de Câmara de Colónia, sendo solistas Carolina Ullrich (soprano), Roxana Constantinescu (contralto), Martin Mitterrutzner (tenor), Andreas Mattersberger (baixo), sob a direção de Poppen. Em Marvão, o Requiem é interpretado, no dia 26, na igreja do Convento de N.S. da Estrela.

Outro destaque é a participação do Officium Ensemble em dois programas: um de polifonia antiga, sob a direção de Pedro Teixeira, no Convento de N.S. da Estrela, em que, entre outras peças, interpreta a Missa Pro Defunctis, a oito vozes, de Duarte Lobo, e outro, com a Orquestra do Festival e solistas, numa missa de Joseph Haydn, no dia 29, no mesmo espaço religioso.

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