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Uma boa altura para reatar velhas amizades

Seja qual for a altura, há sempre uma boa oportunidade para procurar reencontros. Quer seja com amigos que não vemos há algum tempo ou com pessoas que foram importantes nas nossas vidas e com quem perdemos contacto ao longo dos anos. Foi uma dessas oportunidades que Belén aproveitou para ir ter com Hache, e assim começa o enredo de “Por H o Por B”, título traduzido para português como “Por Isto ou Por Aquilo”.

Melhores amigas de infância, as duas não poderiam ser mais diferentes. Belén é magra e tem um estilo próprio e irreverente. É fã de padrões tigresa e cores berrantes, está habituada a ser o centro das atenções e faz especial sucesso com o público masculino. Sonha em ser atriz, começa a carreira como modelo e acaba por ser a cara da publicidade a um creme para as hemorróidas. Hache foi gozada desde muito nova devido ao seu peso, tem vários complexos e não gosta de se expor. Tem azar com homens e, na altura do reencontro com Belén, está a recuperar de uma relação falhada, ao mesmo tempo que se divide entre dois empregos: um enquanto vendedora numa loja de banda desenhada e outro enquanto mascote de uma equipa de futebol.

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Pelo meio, há algo que as une: a crise existencial em que sentem estar, numa fase na qual já são muito velhas para agir como adolescentes, mas muito novas para perder a esperança na sua vida adulta de sonho. É nesta odisseia de descoberta própria e conjunta que acompanhamos as duas melhores amigas ao longo de 10 episódios pelas ruas de Madrid.

  • Uma série onde não podemos pedir muito: Se a classificação existisse formalmente, “Por H o Por B” seria uma série leve. Não nos faz apaixonar, mas também não nos aborrece. Não nos cansa, até porque os episódios de 30 minutos passam a voar, mas também não é um binge essencial. Numa perspetiva geral, rouba-nos alguns risos e gargalhadas pelas peripécias das duas amigas. E isso já não é mau.
  • Onde ver: Ainda que a Netflix seja uma plataforma de streaming conhecida pela produção e divulgação de séries espanholas, desta vez foi a HBO que nos presenteou com “Por H o Por B”.

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As aulas de história que todos desejávamos ter tido

Ética, rigor e detalhes minuciosos à parte, há uma websérie produzida no YouTube que é, possivelmente, uma das melhores formas de contar histórias no século XXI. Drunk History, que, numa tradução para português, significa “História Embriagada”, mistura entretenimento, álcool e factos históricos de uma maneira alternativa.

Os episódios, que estrearam em 2013 no canal de YouTube Comedy Central, têm como anfitrião o criador Derek Waters, que recebe em todos os episódios um convidado diferente para fazer um relato histórico. Sentado num sofá, com o seu copo na mão, os narradores utilizam um estilo próprio de “passa a palavra” para recordar vários eventos. Ao mesmo tempo, vários atores encenam os episódios relatados, com direito a dobragens hilariantes.

O elenco convidado, rotativo a cada episódio, já contou com vários nomes conhecidos no mundo da comédia e representação como Maya Rudolph, Seth Rogen, Kirsten Dunst, Will Ferrell, Tessa Thompson e Vanessa Hudgens.

  • Foi bom enquanto durou: Ainda que tivesse sido renovada para uma sétima temporada, que estava em pré-produção até ter sido forçada a parar devido à pandemia, a Comedy Central confirmou que a sexta será a última temporada da websérie. A notícia foi dada neste artigo da Variety.
  • Reconhecida por quem percebe disto: “Drunk History” esteve nomeada 17 vezes ao longo das suas temporadas para diferentes categorias dos Emmys. Este ano, a série está indicada para três categorias.

Quem diria que íamos gostar tanto do Senhor do Inferno?

Quando estreou, em 2016, na altura ainda sob a produção da FOX, talvez houvesse quem duvidasse do sucesso que a série teria. Agora, após a estreia da quinta temporada e o anúncio da sexta, já com o carimbo Netflix, é difícil que o nome “Lúcifer” tenha passado despercebido para que está mais atento ao mundo das séries.

Se achavam que “o diabo em figura de gente” era só uma expressão popular, é porque ainda não se cruzaram com Lúcifer Morningstar (Tom Ellis), a personagem principal, que também dá nome à série. Poucos segundos de um texto inicial bastam para percebermos o que nos aguarda e começarmos a questionar o mote da série: “No princípio, o anjo Lúcifer foi expulso do Céu e condenado a reinar o Inferno para sempre. Até que decidiu tirar umas férias…”.

Em vez de se passar no Inferno, o enredo tem como pano de fundo Los Angeles, onde Lúcifer substitui a função de Senhor do Inferno pela ocupação de gerente de uma discoteca. Ao mesmo tempo que se certifica de que comete todo o tipo de pecados mortais na Terra, tirando máximo partido dos seus dotes de sedução e manipulação, Lúcifer cruza-se com Chloe, uma detetive da Polícia de Los Angeles, que parece ser a única mulher imune aos seus encantos.

Os dois acabam a trabalhar juntos em várias investigações, sem que Chloe saiba realmente com quem está a compactuar. Com o tempo, Lúcifer apercebe-se de que está a perder o seu lado maldoso, a tornar-se mais humano e atraído pela companheira, ao mesmo tempo que recebe visitas recorrentes vindas do Inferno, que lhe pedem para voltar.

  • Porque é que não haveria de ser um sucesso?: A primeira temporada não gerou consenso entre os críticos. Um dos principais defeitos apontados foi o facto de uma personagem com tanto potencial, Lúcifer, ser reduzida a um mero detetive de homicídios. Espreita aqui algumas reviews.
  • Trocadilhos forçados: Ver um episódio de “Lúcifer” significa assistir a um conjunto de trocadilhos com a palavra “diabo” e com os seus sinónimos. A verdade é que o Senhor do Inferno não esconde a sua origem e passa grande parte do tempo a dizer quem é, sem nunca ser levado a sério.
  • Antes da temporada 5: Se já viste as quatro temporadas anteriores mas queres recapitular tudo o que aconteceu até agora, o canal de YouTube Think Story fez um pequeno resumo com algumas teorias e previsões para os novos episódios. Vê aqui.

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Créditos Finais:

  • Miúdas no topo: A música WAP é uma colaboração entre Cardi B e Megan Thee Stallion, que lhes valeu o primeiro lugar no Top Billboard. Esta é a primeira vez que uma parceria feminina de rappers chega ao número 1. Espreita a música aqui.
  • J. K. Rowling desafia os mais novos: A escritora da saga “Harry Potter” vai lançar um novo livro, intitulado “O Ickabog”. O título chega a Portugal em novembro pela editora Presença, que desafiou as crianças portuguesas a ilustrar as suas páginas. Descobre todos os detalhes neste artigo do SAPO24.
  • “O Que Se Ouve Quando O País Pára”: No episódio desta semana, a série de áudio viajou até ao Montijo com o episódio “Como assim uma largada de touros se as festas estão proibidas? Assim, de bicicleta”. Espreita aqui.
  • Depois da Rainha, vem a Princesa: A quarta temporada de “The Crown” tem estreia marcada para o dia 15 de novembro na Netflix. No teaser, divulgado nos últimos dias pela plataforma de streaming, vemos figuras conhecidas, como Margaret Thatcher e a Princesa Diana, vestida de noiva.
  • É Desta Que Leio Isto: o clube de leitura do SAPO24 volta a reunir-se já no próximo dia 27 de agosto. “Cem anos de solidão”, de Gabriel García Márquez, é o livro em destaque, e o escritor Bruno Vieira Amaral o convidado especial de mais um encontro. Pode inscrever-se neste formulário para participar na discussão e aderir ao grupo de Facebook (onde já estão mais de 300 leitores) para se manter a par de todas as novidades do clube.

Tens recomendações de coisas de que eu podia gostar? Ou uma review de um dos conteúdos de que falei? Envia para mariana.santos@madremedia.pt

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