Durante o “Bar Beer Cue”, que se vai realizar entre as 16:00 e as 22:00, vai ser preparada uma “churrascada em moldes diferentes”, feita “com estruturas metálicas” e “com fogo de chão, como se fosse uma braseira”, em que a atração é a forma de confecionar “peças grandes” e “animais inteiros”, referiu à Lusa o vice-presidente da autarquia.

Luís Romão contou que a proposta para a realização da iniciativa foi feita por Samuel Silva, um chefe natural do concelho de Vila Real de Santo António, que se propôs a levar à cidade algarvia outros companheiros de profissão, como a brasileira Paula Labaki ou outros chefes de vários pontos da Península Ibérica.

A iniciativa foi transferida da avenida marginal de Vila Real de Santo António para o pavilhão semicoberto da escola secundária de Vila Real de Santo António devido à instabilidade climática que se faz sentir no Algarve.

O autarca explicou à agência Lusa que, por precaução, houve necessidade de alterar o local do evento, que deveria realizar-se ao ar livre, na avenida marginal junto ao rio Guadiana, tendo a organização encontrado esse espaço alternativo onde os visitantes poderão testemunhar a utilização “de várias técnicas de fogo" para confecionar os alimentos.

“As pessoas vão pagar simbolicamente 10 euros e digo simbolicamente porque os 10 euros permitem comer toda a carne que puderem, num horário entre as quatro da tarde e as dez da noite”, explicou Luís Romão.

O vice-presidente da autarquia destacou ainda a importância da iniciativa para a hotelaria do concelho, que terá cozinheiros e chefes seus no recinto a apreender como se faz este tipo de churrasco.

“Queremos que os hotéis aprendam a forma de fazer isto e, quando quiserem fazer um evento semelhante, nós cedemos as estruturas metálicas”, explicou o autarca, frisando que a Câmara faz um investimento de 8.000 euros, ainda tem retorno com a bilheteira e fica em condições de ajudar da hotelaria local disponibilizando os equipamentos para realizar os churrascos.

Luís Romão frisou ainda a importância de os eventos organizados pela câmara começarem a ser cada vez mais “autossustentados” no futuro.

“Há eventos que não conseguimos ter o retorno todo, mas esta é uma alteração que queremos ver introduzida”, concluiu o vice-presidente da autarquia.

A entrada no recinto custa 10 euros e permite “degustar todos os pratos livremente”, mas sem as bebidas incluídas no preço, notou o município num comunicado, frisando que as crianças dos 07 aos 12 anos pagam cinco euros pelo acesso ao recinto.

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