1. Emissões de carbono em 2021 atingem valor mais alto de sempre 

Se durante o primeiro ano de pandemia, em 2020, as emissões de gases de efeito de estufa diminuíram de forma inédita, no ano passado, as emissões atingiram o valor mais alto de sempre, aumentando em mais de 2 mil milhões de toneladas.

O carvão foi o fator determinante neste salto de emissões — 40% para ser mais precisa — e foi em grande parte impulsionado pelo crescente uso do mesmo para gerar eletricidade na China, segundo a Agência Internacional de Energia.

Para ler na íntegra em Independent

Planeta A

Uma volta ao mundo centrada nos temas que marcam.

Todas as semanas, selecionamos os principais trabalhos associados à rede Covering Climate Now, que o SAPO24 integra desde 2019, e que une centenas de órgãos de comunicação social comprometidos em trazer mais e melhor jornalismo sobre aquele que se configura como um tema determinante não apenas no presente, mas para o futuro de todos nós: as alterações climáticas ou, colocando de outra forma, a emergência climática.

  1. Para impedir o aquecimento global, é preciso remover o dióxido de carbono do ar

A remoção imediata do dióxido de carbono é essencial para conseguirmos atingir as metas climáticas globais, alertou um think tank. Outros métodos, como a plantação de árvores e captura e armazenamento de carbono, também serão fundamentais.

Todavia, as tecnologias para o fazer (como a captura e armazenamento de carbono, que requer liquefazer o gás e bombeá-lo para armazenamento subterrâneo, e a captura direta de ar, usando produtos químicos para sugar carbono do ar) ainda são caras.

Uma alternativa ao uso destas tecnologias passa por plantar árvores, que absorvem dióxido de carbono do ar à medida que crescem. Segundo os cientistas, devem ser parte fundamental de qualquer estratégia para enfrentar a crise climática.

Para ler na íntegra em The Guardian

  1. A Amazónia está a perder resiliência há mais de 20 anos

A Floresta da Amazónia é um dos melhores amigos da humanidade, uma vez que absorve e armazena grandes quantidades de carbono. Mas, cada vez mais, tem perdido a capacidade de se recuperar de alterações no ecossistema, como o desmatamento e secas frequentes.

A resiliência tem vindo a diminuir desde o início do século, especialmente nas partes da floresta tropical, que estão mais próximas da atividade humana, como espaços urbanos ou terrenos agrícolas.

Se a floresta atingir o chamado tipping point ("ponto de não retorno") pode transformar-se rapidamente numa “savana”.

Para ler na íntegra em Nature Climate Change

  1. Sondagem revela que brasileiros preferem proteger o ambiente a ter crescimento económico

A maioria dos brasileiros (98%) considera que o aquecimento global pode prejudicar muito as próximas gerações e considera necessário proteger o ambiente, mesmo que isso represente menor crescimento económico para o país, segundo um estudo divulgado quarta-feira.

O estudo também apontou que, para a maioria dos brasileiros (77%), a ação humana é responsável pelo aquecimento global.

Para ler na íntegra em SAPO24

Por cá: Assinado despacho que reconhece seca severa ou extrema e permite acionar medidas

“Assinei ontem mesmo [quarta-feira] o despacho através do qual reconhecemos a existência de seca severa e extrema” em quase todo país, anunciou a ministra da Agricultura, no debate que contou também com a participação do ministro do Ambiente e da Ação Climática, João Pedro Matos Fernandes, sobre a situação de seca em Portugal, na Comissão Permanente da Assembleia da República.

O Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) anunciou, em 21 de fevereiro, que mais de 90% do território estava em 15 de fevereiro em seca severa ou extrema, indicando um novo agravamento da situação de seca meteorológica no país.

Questionada pelos deputados sobre o atraso no despacho, Maria do Céu Antunes apontou que são precisos dois meses de seca para a definir como “severa” ou “extrema”, o que só aconteceu no final de fevereiro.

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