Aos 16 anos, em 1962, Rui Pato estreou-se com José Afonso (1929-1987), no disco “Baladas de Coimbra”, que inclui canções como “Menino de Oiro”, “Tenho Barcos, Tenho Remos”, “No Lago Do Breu” e “Senhor Poeta”, álbum chave da chamada “geração de viragem” da música de Coimbra.

A partir de então, seguiu-se o seu trabalho com o músico de “Cantares do Andarilho” e “Cantigas do Maio”, assim como com Adriano Correia de Oliveira (1942-1982) e outros nomes da canção de Coimbra, como Luiz Goes e Fernando Machado Soares.

No dia 16, a partir das 17:00, no palco do Fórum Lisboa, Rui Pato atua com o grupo Raízes de Coimbra, António Ataíde, João Afonso e Rogério Pires, além de Francisco Fanhais.

Rui Pato acompanhou José Afonso nos álbuns “Baladas de Coimbra”, “Cantares do Andarilho” e “Contos Velhos, Ramos Novos”, de 1969.

Em 1970, foi proibido pelas forças da ditadura de se deslocar a Londres, para acompanhar José Afonso na gravação do seu quarto LP, “Traz Outro Amigo Também”.

Em causa estava a participação de Rui Pato na greve aos exames, durante a crise académica de 1969, em Coimbra.

A colaboração de Rui Pato com José Afonso, e também com Adriano Correia de Oliveira, em “O Canto e as Armas” (1969) e em “Cantaremos” (1970), está na origem da homenagem que a AJA lhe presta.

Rui Melo Pato, de 73 anos, nasceu em Coimbra, no dia 04 de junho de 1946. Foi médico pneumologista no Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra, que chegou a dirigir.

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