One liner: piada curta, normalmente com uma só frase. Storytelling: contar histórias; na comédia é aplicada a um estilo de discurso recorrente nos espetáculos confessionais ou em que há um grande enredo até chegarmos à punchline. Ah! Punchline: última parte da história; clímax; onde está a piada na piada. Está presente em qualquer estrutura cujo objetivo é fazer rir.

Acima estão notas necessárias para uma entrevista em que um humorista desconstrói a comédia, a dele e a dos outros. São conceitos importantes para nos levar até Jimmy Carr, provavelmente o autor mais mediático de espetáculos de one liners - viram? eu avisei - numa altura em que a maioria dos espetáculos mais à mão, ou seja, na Netflix, são num estilo confessional.

Conhecido pela presença em programas como "8 Out of 10 Cats", "Your Face Or Mine?", "The Big Fat Quiz of The Year","Roast Battle UK" e apresentador do "The Fix", na Netflix, premiado com o British Comedy Award para Melhor Digressão de Stand Up e uma nomeação para o Perrier Award, um dos mais importantes galardões do humor no Reino Unido, aquilo que provavelmente vive mais na memória de um fã de Jimmy Carr será o seu riso, que o próprio descreve como o de um golfinho.

Jimmy cria cada uma das suas piadas com grande cuidado, porque quando as piadas são tão curtas como as dele até uma vírgula pode fazer a maior das diferenças. Lima a forma e a estrutura, mas não se inibe de dizer o que quer baseando-se numa única regra: ter piada.

Mestre do humor negro, Carr assume-se ao SAPO24 como um traficante de droga que em vez de estupefacientes vende endorfinas. “As pessoas já têm a droga nelas, eu apenas as ajudo a soltarem-na”. Para o humorista britânico, a comédia é uma coisa muito pessoal, não se escolhe. Há comédia para todos, sublinha, criticando as polémicas que nos dias que correm surgem em torno de certas piadas devido a interpretações erradas. “Dizer alguma coisa ao vivo num teatro às dez da noite é muito diferente de ler uma piada escrita em algum lado”.

“Quando se fala de uma piada fora da sala, e se gera polémica em torno dessa mesma piada, nunca é dito que milhares de pessoas se riram” podia ser a frase que resume uma entrevista de um homem que se diz suficientemente maluco para acreditar que o humor pode mudar o mundo.

Senhoras e senhores, Jimmy Carr.

No programa “The Fix” fala de alguns dos maiores problemas do mundo de uma forma cómica. A comédia é a melhor maneira de contornar esses problemas? Pode dizer-se que rir é ganhar?

Não tenho bem a certeza… gosto muito de citar a frase do Victor Borge [pianista e comediante dinamarquês]: “rir é a distância mais curta entre duas pessoas”. Eu gosto do facto de a comédia ligar as pessoas de uma forma agradável. Não sei se vai resolver algum problema, mas de certeza que ajuda a sentirmo-nos mais unidos. Mas... talvez seja maluco o suficiente para achar que alguns dos maiores problemas do mundo possam ser resolvidos através do humor.

No último ano levou esta tour a 70 cidades, oito países e três continentes. Alguma vez o humor foi tão universal como hoje?

Não, acho que nunca vivemos um período tão universal na comédia, sobretudo para a comédia em língua inglesa. Por causa de plataformas como Netflix e Youtube, as pessoas passaram a querer ver os programas, filmes e séries na língua original, o que faz com que hoje falem melhor inglês do que há cinco anos. Parece que toda a gente quer sair e ver espetáculos de comédia. É ótimo, sinto que a ideia de ir ver stand up como uma saída à noite se está a tornar numa coisa mais global que toda a gente adora.

Então não existe uma grande diferença entre fazer uma pessoa rir em Portugal, na Irlanda ou nos Estados Unidos?

Não acho que exista uma grande diferença. Há referências culturais que por vezes podem não ser tão bem compreendidas aqui ou ali. No espetáculo com que estou a fazer a tour internacional simplesmente não existem essas referências. Claro que tens noção de onde estás e se estiveres em Portugal falas um pouco de Portugal. Parece-me funcionar muito bem desta maneira, parece que a comédia tem este apelo universal.

O único problema com a comédia é que o meu trabalho é mais divertido do que os meus tempos livres

É difícil ser comediante hoje em dia?

Não, não acho que haja trabalho mais fácil. O único problema com a comédia é que o meu trabalho é mais divertido do que os meus tempos livres. Eu divirto-me mais a trabalhar do que quando me estou a divertir. Esse é o maior problema com a comédia. É um trabalho fácil, receber dinheiro para viajar pelo mundo e fazer pessoas rir. Quer dizer… acho que se tens alguma reclamação em relação a um trabalho destes, então estás em sarilhos.

Confessa-se um viciado em trabalho, portanto.

Quando tens tanto prazer naquilo que fazes… porque não haveria de ser viciado em trabalho? Se amas o teu trabalho, isso vai acontecer. É um prazer fazê-lo, é um trabalho encantador de se ter.

Sobre a comédia hoje em dia. Acha que vivemos num mundo que se tornou tão literal que parece por vezes incapaz de identificar formas de expressão como a ironia e o sarcasmo?

Acho que as pessoas, o público no geral, são capazes de perceber quando algo é uma piada e quando algo é uma coisa séria. Eles sabem quando alguém está a ser horrível e quando alguém está a fazer uma piada. As pessoas percebem, mas por vezes há jornalistas que são um pouco desonestos, que em certos momentos não percebem que determinada coisa é uma piada e transmitem-na como uma opinião. Esse não é o jogo que queremos jogar. Quando há um grande alarido em relação a uma piada, é sempre o alarido gerado por um jornalista e duas ou três pessoas no Twitter, nada mais. A primeira vez que isso te acontece pensas “meu Deus, isto é o fim da minha carreira, talvez nunca volte a trabalhar”. Mas as pessoas que te acham piada vão continuar a achar-te piada, por isso nada disso interessa.

Dizer alguma coisa ao vivo num teatro às dez da noite é muito diferente de ler uma piada escrita em algum lado.

Não vê todas estas polémicas como um problema das redes sociais também?

Não, eu gosto da ideia das redes sociais. O bom destas plataformas é que toda a gente tem uma opinião, isso é muito positivo para o mundo em que vivemos: toda a gente tem uma opinião e cada opinião é válida. Não quer dizer que alguém tenha o direito de te fazer parar de fazer aquilo que estás a fazer. O meu estilo de comédia não é para todos, algumas pessoas dizem “isso é ofensivo”, mas eu não estou a gritar para as caixas de mensagens das pessoas. Eu estou a contar piadas numa sala onde estão pessoas que compraram bilhete e vieram ver o meu espetáculo porque viram um vídeo meu no YouTube e sabem que eu gosto de um tipo de humor mais negro. As pessoas sabem o que esperar quando me vêm ver ao vivo. Dizer alguma coisa ao vivo num teatro às dez da noite é muito diferente de ler uma piada escrita em algum lado. Está apenas escrita, não é uma piada devidamente entregue ao público, não se parece com nada. Há uma razão para que os guiões de espetáculo de stand up não sejam uma ‘cena’. As pessoas querem sair e ver o espetáculo ao vivo, querem rir-se com outras pessoas, sentir a atmosfera e soltar endorfinas. Eu sou uma espécie de traficante de droga, mas aquilo que vendo são endorfinas. As pessoas já têm a droga nelas, eu apenas as ajudo a soltarem-na.

Portanto, o contexto é muito importante quando discutimos uma piada fora da sala.

O contexto é absolutamente essencial. Quando se fala de uma piada fora da sala, e se gera polémica em torno dessa mesma piada, nunca é dito que milhares de pessoas se riram dela. Diz-se só “meu Deus isto é terrível”. E tu perguntas: foi mesmo? Foi?

Porque acha que todas as entrevistas a comediantes, hoje em dia, passam pela discussão dos limites do humor?

Eu acho que as entrevistas comigo acabam sempre nesse tema. Tenho a certeza de que nas entrevistas com o Jim Gaffigan [ator e comediante norte-americano] não se fala dos limites do humor porque é uma coisa completamente diferente e coisas diferentes atraem pessoas diferentes. Gosto de pensar sobre comédia, é uma coisa muito pessoal. Aquilo a que achas graça é aquilo que és. É como a sexualidade de uma pessoa, não escolhes do que te ris. É grande parte do que uma pessoa é. Existe comédia para toda a gente. Uma das coisas terríveis num comediante é fazer rir num desespero por ser adorado. Inevitavelmente, muitas pessoas não vão gostar do teu material, muitas pessoas vão dizer “isto não tem piada nenhuma”. E isso é um pouco aborrecido.

Nos seus espetáculos há muita interação com o público, certo?

Adoro que as pessoas se juntem a mim e se divirtam. Eu acho que tenho o melhor trabalho do mundo, sou um comediante, mas as pessoas que vêm ver os meus espetáculos também têm um sentido de humor semelhante ao meu. Estamos todos juntos na mesma cama, por isso incentivo as pessoas a mandarem mensagens e a intervirem. É divertido.

"A maior parte da comédia é escrita ao contrário. Começas com a punchline e depois recuas até chegares à ignição, ao início que te pode levar até à piada. É uma revelação repentina de um facto conciliado."

Numa altura em que grande parte dos especiais de comédia na Netflix e HBO são baseados em histórias pessoais, num registo em que o storytelling tem uma grande presença, como se sente por ir no sentido oposto, predominantemente de one liners?

Um bocadinho invejoso, de certa maneira. Vejo tudo o que está na Netflix, adoro ver os especiais de comédia, amo a indústria a que pertenço. E há tão boas pessoas por aí que eu acho que um dia gostava de fazer um pouco mais de storytelling em palco. Mas não escolhi o meu estilo de comédia, ele escolheu-me a mim. Quando eu comecei a fazer humor descobri que podia escrever one liners. São como um feitiço, dizes as palavras mágicas e as pessoas riem-se e são felizes. Mas depois penso que quero ver os especiais de outros humoristas. Vi o "Neal Brennan: 3 Mics", por exemplo. Viste? Uma pessoa vê aquilo e fica ‘wow’. Adorava fazer alguma coisa assim, é muito confessional e honesto. Agora acabei de escrever um novo solo que é todo com one liners outra vez. É onde me sinto mais confortável e é o estilo de comédia de que eu gosto, é o que acho que faço melhor.

Mas admite então que um dia pode mudar, experimentar outro estilo?

Gostava. Não sei se o faria num grande palco, porque as pessoas que vêm ver os meus espetáculos esperam um certo tipo de comédia. Estão à espera de piadas curtas e arrojadas, e estão à espera de se rir. O meu público quer três piadas por minuto durante 90 minutos. Esse é o meu trabalho e eu estou muito feliz por fazê-lo.

Há alguma piada que gostava de ter feito, mas que não seja sua?

Sou um grande fã de comédia, por isso quando vejo espetáculos de outras pessoas divirto-me sempre imenso, coisas tão bem construídas, por vezes mínimas. Eu não sei se há alguma coisa em particular, mas há uma série de espetáculos que vês e ficas ‘isto foi incrível’. O novo solo da Amy Shummer na Netflix que acho que está fantástico, "Anthony Jeselnik: Thoughts and Prayers"... estamos rodeados de ótima comédia. Às vezes acabo de ver um espetáculo e desejava ter sido eu a pensar naquilo, mas isso na verdade é um dos meus grandes prazeres.

Ricardo Araújo Pereira, com quem terá um espetáculo/conversa antes dos espetáculos propriamente ditos, diz que criar one liners é como trabalhar num relojoaria. São as one liners a relojoaria da linguagem?

Hum… pode ser isso, mas acho que têm mais em comum com palavras cruzadas do que qualquer outra coisa. É como se às vezes olhasses para algumas palavras e instantaneamente tivesses uma ideia para qualquer coisa que tinhas pensado, ‘há uma piada aqui algures, só tenho de engenhar tudo corretamente’. Uma vírgula fora do sítio, uma palavra fora do sítio pode arruinar tudo, tem de ser muito preciso e balanceado... É um talento peculiar que não nasce connosco. Primeiro temos que ser alguém que ouve uma one liner e reflete: por que razão é que isto me faz rir? Porque é que é tão inteligente? E depois desconstróis. A maior parte da comédia é escrita ao contrário. Começas com a punchline e depois recuas até chegares à ignição, ao início que te pode levar até à piada. É uma revelação repentina de um facto conciliado. A comédia de observação funciona exatamente da mesma maneira, todos os risos de um espetáculo, seja conceptual ou observacional, vêm do mesmo exercício. Eles apenas o escondem melhor. O meu estilo de comédia é muito binário. Dou as primeiras palavras, a ignição, e logo de seguida a punchline: agora riam-se ou não. E está lá fora. Se tu estás a contar uma história, também tens pontos da narrativa para que se as pessoas não se rirem não deixe de ser uma história interessante. Depende se é verdadeira ou uma opinião, e tudo isso acaba por mudar pequenas mecânicas do exercício.

Nunca teve medo de que o público não se risse de uma piada?

Gosto de pensar que sou co-autor dos meus espetáculos em parceria com o meu público. Quando começo a preparar uma nova tour, saio à noite e testo as piadas 20/30 vezes para pequenas audiências, salas de 400/500 lugares. Conto piadas e literalmente aprovo ou risco o que está a funcionar e o que não está a funcionar. Assinalo onde consigo as grandes gargalhadas e onde consigo pequenas gargalhadas, para que quando alguém vier ver um espetáculo meu numa grande sala, quando alguém pagar um bilhete caro, poder dar-lhes um bom espetáculo. Tu não te queres ‘meter’ com o público! Quer dizer, eu posso ‘meter-me’ com a audiência, mas nunca por mais de 20% do espetáculo porque as pessoas querem risos garantidos. Não te podes esquecer: é o aniversário de alguém, é a grande saída de alguém, é uma festa da empresa. As pessoas estão lá por todo o tipo de razões ou viajam grandes distâncias para te ver. Tu queres dar o teu melhor, queres garantir que seja o melhor espetáculo possível todas as noites em que atuas. Mas, voltando ao início, este processo permite-me trabalhar a piada para que consiga mais risos. E então eu reescrevo e reescrevo e faço piadas novas. O público é que decide o que tem e o que não tem piada, e o que é ou não é aceitável. Se milhares de pessoas numa sala se estão a rir de uma piada, ela é por definição aceitável e engraçada.

"Se não se rirem não volto a dizê-la [a piada]. Isso significaria que tinha dito alguma coisa ofensiva e que as pessoas não se iriam rir disso, quer dizer… sem o riso é apenas discurso de ódio, não é mais nada."

E se não se rirem?

Se não se rirem não volto a dizê-la. Isso significaria que tinha dito alguma coisa ofensiva e que as pessoas não se iriam rir disso, quer dizer… sem o riso é apenas discurso de ódio, não é mais nada. O que faço perde o objetivo se não conseguir uma grande gargalhada do público. Por isso, tudo o que não me leve até isso não entra no meu espetáculo. São apenas piadas e eu adoro isso. Adoro o facto de uma pessoa apenas sair de casa para me ver ano após ano. Adoro o facto de as pessoas confiarem em mim para terem a certeza de que vão ter uma boa noite. Sair à noite para ir ver um espetáculo de comédia é quase como… eu descreveria com sendo o prazer antes do prazer. Só ao comprar um bilhete para um espetáculo de humor estás a dizer que a tua intenção é: vou sair com os meus amigos, com a minha namorada ou como o meu namorado e vou divertir-me, vou rir. Antes sequer de entrares na sala, já ganhaste.

A responsabilidade pesa, portanto.

Uma responsabilidade imensa porque uma pessoa está a pagar 30 euros, ou coisa do género, por um bilhete para um espetáculo. Não é uma borla. Quando pensas na quantidade de horas que alguém teve de trabalhar para poder comprar aquele bilhete e sair de casa com os amigos, pagar transporte ou estacionamento, beber uma cerveja e comer qualquer coisa… É uma grande saída à noite e tu queres que seja incrível até porque nunca te esqueces de quem vês ao vivo. Acontece estar a ver um filme na televisão e a meio dizer: eu não vi já isto? Às vezes vemos um filme e nem nos lembramos dele, independentemente de qual seja. Mas num espetáculo de comédia ou num concerto ao vivo tu vais ficar sempre com isso na tua memória e isso afetará a tua opinião sobre quem viste durante toda a tua vida. Quando alguém disser “aquele gajo é bastante bom, eu gosto dele. Vi-o ao vivo e foi ótimo” o público transforma-se num anúncio dos que te viram.

Por falar em filmes. A cerimónia dos Óscares foi há pouco tempo. Depois da controvérsia com Kevin Hart não recebeu uma chamada para apresentar a cerimónia?

Acho que isso seria saltar da frigideira para o fogo! Eu não consigo deixar de sentir… quer dizer, o Kevin ter sido afastado da cerimónia foi qualquer coisa de ridículo. Está ali uma pessoa que fez um tweet há muitos anos e, não nos esqueçamos, ele fez um tweet que era uma piada. Era uma piada! Ele não queria dizer aquilo, não era a opinião dele sobre o tema. É uma piada. As pessoas interpretarem uma piada literalmente e não entenderem o seu significado… Esta história terminou com uma cerimónia sem um apresentador, eu nem sequer faço ideia do que essa merda é. Para mim os melhores Óscares de sempre foram apresentados pelo Chris Rock. Não foi só a celebração de alguns, foi um espetáculo incrível. O Chris Rock acertou em cheio, boas piadas a seguir a boas piadas, e assim sucessivamente. Foi fenomenal e fico um pouco chateado que não queiram que o Kevin suba ao palco e faça aquilo que tantas pessoas adoram.

Se eles lhe tivessem ligado teria aceitado?

Sabes que mais? Eu não acho que eles teriam a capacidade de fazer tantas chamadas antes da cerimónia do próximo ano. Devo estar bem no fim da lista deles. Eu nem consigo pensar num mundo em que eles pensariam: sabem quem é que era perfeito? Este gajo.

E para Portugal? Está entusiasmado com a estreia por cá? Alguma vez teve oportunidade de visitar o país?

Eu já estive em Portugal, mas de férias. Acho que vemos um sítio de maneira bastante diferente quando estamos lá a trabalhar, não é como ser turista, falas com as pessoas, tentas perceber quais é que são os temas que estão a ser discutidos no país, a pessoa que toda a gente odeia, o que se está a passar em Portugal. É uma experiência muito diferente, mais autêntica.

Já teve tempo para fazer uma pequena pesquisa sobre a comédia portuguesa ou sobre o Ricardo Araújo Pereira, com quem vai falar?

Não fiz qualquer pesquisa, vou apenas fazê-lo. Às vezes basta-nos ter alguma fé em nós mesmos. Vai correr tudo bem, eu hei-de pensar em alguma coisa até lá,.

Jimmy Carr estará esta sexta-feira, 15 de março, em Portugal para uma sessão de entrevista com Ricardo Araújo Pereira, no Cinema São Jorge. O comediante londrino que estará pela primeira vez em Portugal, leva ainda o seu espectáculo "The Best Of, Ultimate Gold, Greatest Hits" a Braga, Theatro Circo, e ao Porto, Casa da Música, nos dias 17 e 18, respectivamente, depois das datas em Lisboa,  a 15 e 16 março.

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