Além das entradas gratuitas nas exposições, o programa prevê a realização de diferentes atividades especiais, no espaço museológico, instalado no Centro Cultural de Belém (CCB), desde junho de 2007.

Oficinas para todos os públicos, visitas temáticas de 30 minutos, em roteiros definidos pelas obras de artistas ou pelos principais movimentos da arte moderna e contemporânea, são algumas das propostas do Museu Berardo para o fim de semana, assim como a apresentação em vídeo de visitas orientadas por críticos e historiadores de arte, convidados pelo Serviço Educativo, ao longo da vida do museu.

Nestes onze anos, segundo as próprias estatísticas da instituição, o Museu Coleção Berardo recebeu quase oito milhões de visitantes e apresentou 92 exposições.

O museu foi criado na sequência de um acordo de empréstimo, por dez anos, de parte da coleção privada do colecionador e empresário madeirense José Berardo, assinado com o Governo, em 2006.

O acordo inicial entre o Estado e o colecionador, para manter o Museu Berardo no CCB, foi renegociado em 2016. No ano passado, as entradas passaram a ser pagas, exceto aos sábados e em datas especiais, como o Dia Internacional dos Museus.

O Museu Berardo abriu com um acervo inicial de 862 obras da coleção de arte do empresário, avaliadas então em 316 milhões de euros, pela leiloeira internacional Christie's.

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