A Sony ATV tomou posse dos direitos de grande parte do catálogo da banda de Liverpool com a fusão da ATV com a Sony, em 1995, tendo McCartney pretendido recuperar a propriedade de títulos compostos, na maioria, por si ou com John Lennon, com base na lei norte-americana de direitos de autor de 1976.

O texto legal prevê que os artistas possam recuperar os direitos das suas obras 35 anos após a primeira publicação ou 56 anos para criações anteriores a 1978.

No próximo ano cumprir-se-ão 56 anos desde que os Beatles lançaram o primeiro álbum.

O acordo amigável entre as duas partes é confidencial e o juiz do tribunal de Nova Iorque ordenou a anulação do processo, de acordo com um documento datado da semana passada, consultado pela agência AFP.

Em janeiro, Paul McCartney comunicou à Sony/ATV, uma das maiores editoras de música do mundo, que queria recuperar os direitos de autor dos êxitos que compôs com os Beatles entre 1962 e 1971.

A argumentação de McCartney baseia-se na complexa e várias vezes alterada legislação norte-americana sobre os direitos de autor que, segundo a interpretação do compositor britânico, lhe permitiria recuperar, a partir de 2018, a propriedade das canções escritas com John Lennon.

Entre os temas que formam parte do conjunto estão êxitos como "Love Me Do", "Can't Buy Me Love", "Ticket to Ride", "Yesterday", "Hey Jude" o "Let It Be".

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