Em 2006, o filme de comédia politicamente incorreto, cujo título completo no original, em tradução livre, é "Borat, Lições Culturais na América para o Benefício da Gloriosa Nação do Cazaquistão", causou sensação e arrecadou mais de 260 milhões de dólares (aproximadamente 222 milhões de euros). Foi ainda indicado ao Óscar na categoria de melhor argumento.

Na longa-metragem, que mistura humor e críticas à sociedade norte-americana, Sacha Baron Cohen dá vida a Borat, um jornalista retrógrado do Cazaquistão, mas grande admirador dos Estados Unidos, que quer fazer um documentário sobre o país.

O humorista entrevista personagens reais, desde estudantes a cowboys e políticos, tentando expor os seus preconceitos e defeitos fazer-se passar por um estrangeiro rude e ignorante.

Segundo o site especializado Deadline, a sequela de "Borat" foi filmada este verão com uma pequena equipa, devido às restrições relacionadas com a pandemia de Covid-19 nos EUA.

Depois de Borat, Sacha Baron Cohen especializou-se em fazer humor com pessoas anónimas ou famosas, Para isso, incorpora diferentes personagens - desde o rapper Ali G até o apresentador homossexual austríaco Brüno.

Em 2018, o britânico adotou esse conceito num programa que causou polémica, "Who is America?" (Quem são os Estados Unidos?), em que várias figuras políticas foram expostas.

Sacha Baron Cohen faz parte ainda do filme "The Chicago Seven", que a Netflix vai exibir a partir de outubro.

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