“‘Ainda estou aqui’ pretende explorar a ideia de devoção ao entretenimento que, associada ao individualismo dos nossos tempos, explica que a solidão pode atingir qualquer um”, revelou o Teatro D. Maria II, em Lisboa, um dos promotores desta bolsa, juntamente com o Centro Cultural Vila Flor (Guimarães), O Espaço do Tempo (Montemor-o-Novo) e o Teatro Viriato (Viseu).

Tiago Lima escreve e encena este espetáculo, que contará com interpretação e música ao vivo de Bruno Ambrósio, Eduardo Frazão, Miguel Raposo e Rodolfo Major.

“Ainda estou aqui” será apresentado nos quatro espaços parceiros desta iniciativa, nomeadamente na Sala Estúdio do D. Maria II, onde estará em cena de 24 de junho a 4 de julho de 2021.

Criada em 2018, em homenagem à atriz e encenadora Amélia Rey Colaço, pelo seu papel na História do Teatro Português, a Bolsa Amélia Rey Colaço, atribuída anualmente, visa apoiar jovens artistas e companhias emergentes, promovendo a renovação da criação teatral portuguesa.

Com um prémio pecuniário no valor de 22 mil euros, esta bolsa de criação destina-se a apoiar a produção do projeto vencedor, que terá ainda acesso a várias residências artísticas.

A 3.ª edição da Bolsa Amélia Rey Colaço recebeu 74 candidaturas, cerca do dobro em relação ao número de projetos candidatos na edição anterior.

O júri foi composto por Magda Bizarro, Patrícia Portela, Rui Horta e Rui Torrinha, que selecionaram 12 destes candidatos para entrevista.

Após as entrevistas, o júri elegeu “Ainda estou aqui”, que se junta, assim, aos espetáculos “Parlamento Elefante” e “Aurora Negra”, vencedores das anteriores edições.

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