O documento, que contabiliza as vítimas a 30 dias após os acidentes, indica que 142 pessoas morreram por atropelamento em 2015, mais quatro do que em 2014.

A ANSR adianta que os mortos por atropelamento foram os únicos que registaram uma ligeira subida em 2015, ao contrário das colisões (232) e dos despistes (219), que desceram em relação a 2014.

O relatório, divulgado este mês pela ANSR, indica também que, em 2015, ocorreram 5070 atropelamentos, 308 dos quais o condutor pôs-se em fuga.

A maior parte dos peões mortos em 2015 tinha mais de 60 anos e os atropelamentos ocorreram dentro das localidades, durante o dia.

A ANSR indica igualmente que os peões morreram depois de estarem a atravessar uma passagem sinalizada (28 dos casos) e a menos de 50 metros de passadeira (21) ou em plena faixa de rodagem (22).

O relatório que contabiliza as mortes 30 dias após os acidentes refere que 593 pessoas morreram vítimas de desastres no ano passado, menos sete por cento do que em 2014.

De acordo com a Segurança Rodoviária, 51 por cento das mortes ocorreram em acidentes dentro das localidades.

O documento refere ainda que a Estrada Nacional 125, no Algarve, é a via mais perigosa do país, contabilizando quatro pontos negros, seguido do IP7 (itinerário principal do Alto Alentejo), com três, e a A2 (autoestada do sul), A20 (via de cintura interna, no Porto), a A5 (Autoestrada Lisboa/Cascais) e estrada nacional 206 (que liga Caxinas a Bragança), que têm dois pontos negros cada uma.

Da lista feita pela ANSR constam 28 pontos negros em estradas portuguesas.

É hoje assinalado em toda a Europa O Dia Europeu Sem Mortes na Estrada, que tem como objetivo reduzir o número de mortes em acidentes rodoviários.

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