As eleições presidenciais nos EUA são decididas pelos votos no Colégio Eleitoral, constituído por 538 “grandes eleitores” ou delegados dos 50 estados norte-americanos, que são obrigados a dar o voto no candidato mais escolhido pelos cidadãos locais no ato eleitoral.

No balanço provisório da corrida aos 538 delegados (um delegado, um voto), estes são os resultados compilados pelos principais ‘media’ norte-americanos. Recorde-se que quem atingir os 270 delegados é o vencedor da votação.

Os dados conhecidos até ao momento têm por base as projeções dos principais órgãos de comunicação social norte-americanos, como a Associated Press (AP), o The New York Times (NYT) ou a CNN.

Acontece que uns dão 253 votos (CNN e NYT) a Joe Biden e outros (AP) já lhe dão 264. A diferença, aqui, são os 11 votos do Arizona. Com 86% dos votos contados neste estado, Biden segue com 50,5% e Trump com 48,1% dos votos — uma diferença de cerca de 69 mil votos.

Os números apresentados pelo SAPO24, desde a madrugada de 4 de novembro, têm por base o The New York Times.

213 ou 214 para Donald Trump?

Há outro número que pode gerar alguma confusão. Alguns meios dão a Donald Trump 213 votos, outros 214. A resposta está no estado do Maine.

A CNN, por exemplo, ainda não entregou o quarto voto no Colégio Eleitoral referente ao Maine (Biden ganhou os outros três) a Trump, ao contrário da AP ou do New York Times.

Isto porque os estados do Maine e do Nebraska dividem os votos do colégio eleitoral de forma representativa da distribuição dos votos dos candidatos, ao contrário dos restantes 48 estados, que atribuem todos os votos ao candidato vencedor.

À hora em que este artigo é publicado ainda se contam votos em quatro estados considerados cruciais para os resultados finais —  Arizona (11 votos), Geórgia (16 votos), Nevada (6 votos) e Pensilvânia (20 votos) — para o futuro dos Estados Unidos.

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