O CGS, que é constituído por representantes dos sindicatos, do Governo e dos beneficiários, esteve reunido esta tarde a avaliar o projeto preliminar do Conselho Diretivo da ADSE para a revisão das tabelas dos preços do regime convencionado.

Em declarações à agência Lusa, José Abraão, secretário-geral da Federação dos Sindicatos da Administração Pública (Fesap), adiantou que “esta foi uma primeira abordagem ao documento” e que o CGS espera poder emitir um parecer até dezembro sobre uma proposta final.

“Não está nada fechado”, afirmou José Abraão, considerando que “era bom que até ao final do ano o problema estivesse resolvido”.

Segundo o sindicalista, na reunião o Conselho Diretivo deu a garantia de que “globalmente os beneficiários não irão ser prejudicados” face à tabela em vigor, ou seja, “as percentagens dos copagamentos não são alteradas”.

Neste contexto, José Abraão acredita que “não há razão para alarme e para tanta desinformação relativamente aos beneficiários”.

O CGS apontou ainda para a necessidade “urgentíssima” de o Conselho Diretivo melhorar a informação aos beneficiários.

José Abraão voltou a criticar os atrasos nos reembolsos aos beneficiários que optam pelo regime livre, sublinhando que a demora chega a superar seis meses e considerou “insuficiente” a abertura de concurso para recrutar 23 assistentes técnicos e um informático para resolver o problema da falta de recursos humanos da ADSE.

Este projeto de proposta do Conselho Diretivo da ADSE contempla apenas a revisão dos preços do regime convencionado. Após a conclusão deste processo, será então revista a tabela do regime livre.

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