A mesma fonte referiu ainda que também decorreram buscas em outros locais na região, nomeadamente na quinta do presumível homicida, na Várzea, e em casas de familiares e amigos onde ele pudesse estar escondido.

Entretanto, a GNR esclareceu que não deu ordens para "atirar a matar" sobre o suspeito, cujo paradeiro é desconhecido.

"Apesar da gravidade dos factos ocorridos, tendo a instituição perdido um dos seus militares, em momento algum foi dada a ordem mencionada, uma vez que a utilização da força está devidamente definida na lei e nos regulamentos e normas internas da própria instituição", refere a Guarda, num comunicado divulgado hoje.

A GNR cessou na quarta-feira as buscas que estava a realizar entre São Pedro do Sul (distrito de Viseu) e Arouca (distrito de Aveiro) para encontrar o suspeito, mantendo no terreno as patrulhas de policiamento de proximidade.

Um militar e um civil foram assassinados a tiro na madrugada de terça-feira em Aguiar da Beira, no distrito da Guarda, onde também um outro militar e uma civil ficaram feridos com gravidade, estando a mulher internada em estado crítico.

Já durante a tarde, na zona de Candal, um outro militar da GNR foi também ferido com uma arma de fogo.

O suspeito continua a monte.

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