"A situação é muito grave, com reacendimentos em Carvoeiro, Envendos e Cardigos, e novos focos de incêndio em freguesias como Ortiga e Mação, que estão a obrigar os bombeiros a correr de um lado para o outro e a uma dispersão de meios de combate no terreno", disse à Lusa o presidente da Câmara de Mação, no distrito de Santarém, Vasco Estrela.

Na Sertã, à mesma hora, a situação operacional circunscrevia-se a "rescaldos e consolidação" do incêndio que deflagrou naquele município de Castelo Branco no domingo à tarde e que alastrou ao vizinho município de Proença-a-Nova, ainda em Castelo Branco, e a Mação, já no distrito de Santarém, afirmou à Lusa o responsável pela Proteção Civil Municipal, Rogério Fernandes.

O incêndio que deflagrou na Sertã estava a ser combatido às 12:30 por 1.044 operacionais, apoiados por 327 viaturas e 12 meios aéreos, segundo a página da Autoridade Nacional de Proteção Civil (ANPC).

Duas novas ocorrência em Mação, em Mantela e Ortiga, mobilizavam, às 12:30, 68 operacionais, 20 viaturas e um meio aéreo, segundo a ANPC.

Na conferência de imprensa realizada após a reunião do Centro de Coordenação Operacional Nacional, o comandante da Autoridade Nacional de Proteção Civil (ANPC) adiantou que o incêndio de Mação, que começou há quase dois dias no concelho da Sertão, mobiliza 1.041 operacionais, apoiados por 326 viaturas e nove meios aéreos nacionais e dois de Espanha.

Rui Esteves adiantou que os 135 habitantes retirados na segunda-feira das aldeias do concelho de Mação estão no centro Desportivo de Carvoeiro e só regressam às suas localidades quando estiverem reunidas as condições de segurança.

(Notícia atualizada às 13h07)

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