A informação foi avançada à agência Lusa pelo vice da lista apresentada pelo fundador do partido, Bruno Ferreira Costa, a única que será votada pelo congresso.

Em declarações à agência Lusa, Bruno Costa disse que “este partido tem um desafio e adotou um posicionamento diferente em relação aquilo que é a orgânica normal dos partidos”.

“Nós não temos uma juventude partidária porque queremos fazer diferente. Temos uma academia política, que se vai designar Academia Aliança, em que vamos integrar os jovens e vamos lhes dar as ferramentas para conhecerem o funcionamento do país, dos órgãos de soberania, por áreas setoriais”, explicou.

O “grande objetivo” desta estrutura, continuou o dirigente, é “formar para a cidadania, formar para a participação política”, por forma a saírem “os melhores, os mais capazes a integrarem também os órgãos, sejam os órgãos nacionais que saem daqui hoje eleitos - e onde há essa preocupação de mesclar a experiência com a renovação com novos rostos na política -, mas também nos restantes órgãos a nível distrital, nas comissões distritais”.

“Há esse esforço, mas acima de tudo há essa convicção de que, sem a juventude não é possível construir o Portugal do futuro”, assinalou.

Entre os delgados ao congresso, algumas dezenas de jovens ajudam ao bom funcionamento da reunião magna da Aliança.

Vestidos de azul claro, com uma camisola onde se lê precisamente “Aliança”, a ala mais nova vai direcionando os presentes dentro e fora da sala, ajudam na acreditação, vendem material promocional do partido, e distribuem bandeiras para o discurso de encerramento, que caberá ao presidente eleito.

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