"Eles têm que saber que a partir de janeiro o Lula estará nas ruas outra vez", afirmou na terça-feira o antigo chefe de Estado (2003-2011), numa cerimónia em São Paulo, por ocasião do lançamento de uma nova edição do seu livro "A Verdade Vencerá".

Lula, libertado em novembro após 580 dias na prisão, garantiu que tem "um compromisso de fé com o povo brasileiro" e nas futuras marchas "vai provar" ao Brasil que "não pode ser governado pelo tipo de gente" que atualmente se encontra no Executivo liderado por Jair Bolsonaro.

"Esta gente que está aí, que eu considero gente do mal, não está lá para construir, mas para destruir" as conquistas sociais que, disse, foram alcançadas durante os governos do Partido dos Trabalhadores (PT), no seu mandato e no da sucessora Dilma Rousseff (2011-2016).

Durante o discurso, Lula voltou a lançar duras críticas contra os juízes que o condenaram e aos procuradores da Operação Lava Jato, que construíram "mentiras apoiadas pela imprensa" para impedir o seu regresso ao poder.

"Estou consciente de que não me vão dar tréguas, mas também estou certo de que não lhes vou dar tréguas", disse, no meio dos aplausos dos apoiantes.

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