Na homenagem ao líder do executivo, pela parte portuguesa, estiveram também presentes os ministros dos Negócios Estrangeiros, Augusto Santos Silva, e da Economia, Manuel Caldeira Cabral.

"Tudo farei para continuar a aproximar as relações entre Buenos Aires e Lisboa e, sobretudo, entre os dois países", declarou António Costa no seu breve discurso, em que se referiu às suas anteriores funções de presidente da Câmara de Lisboa entre 2007 e 2015.

António Costa manifestou outro desejo, este no sentido de que as próximas comemorações dos 500 anos da circum-navegação por Fernão de Magalhães sirvam para aproximar ainda mais as duas cidades.

Entre Buenos Aires e Lisboa, o primeiro-ministro encontrou fortes afinidades, sobretudo no plano da cultura.

"Lisboa tem o fado e Buenos Aires o tango", disse, depois de referências aos escritores Jorge Luís Borges e Fernando Pessoa.

Palavras que mereceram a concordância do embaixador da Argentina em Lisboa, Óscar Moscariello: "Quando digo em Portugal que sou argentino, há uma empatia imediata", considerou.

Depois das referências às duas capitais, o embaixador argentino deixou uma advertência, salientando que "Portugal não é só Lisboa".

"Neste último ano, em Portugal, já percorri cerca de 44 mil quilómetros. São belíssimas regiões como a do Douro, o Algarve ou o Alentejo. E o Porto é uma cidade linda", acrescentou.

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