No âmbito desta investigação, e na sequência de perícias realizadas, a ASAE determinou que estas joias tinham pérolas etiquetadas como naturais que eram, na realidade, sintéticas, de imitação, madrepérola ou imitação de madrepérola, sublinhou, em comunicado.

“As pérolas vendidas eram de qualidade e natureza inferiores às anunciadas”, referiu.

Estes artigos de joalharia eram vendidos ao público através de uma página de internet e, mais recentemente, numa loja física, adiantou.

“Com esta conduta, o operador económico procurava valorizar ilegitimamente o seu produto, prejudicando a boa-fé e a proteção da confiança no consumidor nas relações de comércio”, considerou a ASAE.

As 105 joias vendidas “ilicitamente como pérola natural” tinham um valor de 3.900 euros, acrescentou.

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