Em comunicado, intitulado “Vamos todos participar”, a associação pede também que os militares não compareçam nos refeitórios à hora de almoço ou fiquem na unidade até ao arriar da bandeira nacional, na terça-feira, véspera da apresentação no parlamento, pelo ministro da Defesa Nacional, João Gomes Cravinho, do OE2020.

Num apelo não assinado, divulgado em 17 de janeiro, contra a falta de aumentos ou promoções e de condições de segurança, o grupo pede que militares, sejam praças, sargentos ou oficiais, mostrem o “descontentamento”.

No comunicado do Militares Unidos sugerem-se várias formas de protesto: “Faltando ao almoço, ficando na unidade a assistir ao arrear da bandeira, manifestando por qualquer meio aos teus camaradas e chefes que estás pronto para manifestar o teu descontentamento e a lutar efetivamente pelos teus direitos.”

Este grupo questionava ainda, através de perguntas, se “é destilando ódio e queixas no Facebook”, ou “resmungando” que os militares pensam que vão resolver os seus problemas.

Hoje, a Associação de Praças critica aquilo que afirma ser conhecido do Orçamento do Estado dado que não se “preveem aumentos substanciais dos vencimentos”, o que não acontece desde 2010, nem ser possível o ingresso de mais militares nas Forças Armadas “em virtude da fraca remuneração que lhes é oferecida”.

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