As fontes contaram que o grupo, que estava munido de catanas, queimou seis casas durante a incursão.

A vítima decapitada era um líder tradicional da aldeia.

O ataque foi o primeiro à Manilha, mas uma aldeia próxima, Chitolo, já tinha sido alvo de ataques por grupos armados.

A aldeia atingida pela incursão do referido grupo armado localiza-se a 20 quilómetros da vila-sede do distrito da Mocímboa da Praia, na província de Cabo Delgado.

Vários distritos de Cabo Delgado têm sido assolados por uma onda de violência, que começou após um ataque armado a postos de polícia de Mocímboa da Praia, em outubro de 2017.

Depois de Mocímboa da Praia, têm ocorrido dezenas de ataques que se suspeita estarem relacionados com o mesmo tipo de grupo, sempre longe do asfalto.

Os ataques têm acontecido fora da zona de implantação de fábricas e outras infraestruturas das empresas petrolíferas que vão explorar gás natural, na península de Afungi, distrito de Palma, e cujas obras avançam com normalidade.

Em finais do mês passado, o Ministério Público (MP)de Moçambique juntou mais cinco nomes à lista de cerca de 200 pessoas que estão em julgamento acusadas de estarem envolvidas nos ataques armados em Cabo Delgado.

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