À margem de uma arruada pelo Marquês, que juntou cerca de 30 apoiantes, Vladimiro Feliz avisou que veio a jogo “para ganhar” e que ficar à frente do PS não será nenhuma vitória.

“Há uma grande vontade de mudar no Porto. Nós somos futuro, a candidatura de Rui Moreira é passado, vem apenas para concluir o que ainda não foi feito. Nós vimos para construir um Porto para os próximos 12 anos”, afirmou.

Sobre como tem corrido a campanha, Vladimiro Feliz fez jus ao seu nome e mostrou-se satisfeito: “Está a correr muito bem, sentimos um crescendo desde o primeiro dia, vemos que os números têm crescido, somos a única candidatura do arco do poder que tem crescido significativamente, sentimos essa energia na rua, sentimos essa resposta na rua”, disse.

Por isso, considerou, “o Porto, mais uma vez, vai dar uma lição ao país, como deu em 2001 e como deu em 2013, de que quer mudar e quer um Porto preparado para o futuro”.

Questionado sobre se ficar à frente do PS será já uma vitória, o ex-vice-presidente da autarquia portuense considerou que só será uma vitória “ficar à frente do PS, ganhando as eleições”.

“Eu nunca venho a jogo para perder, eu venho sempre para ganhar, nem para ficar em segundo. O segundo é o primeiro dos últimos”, referiu.

Os cabeças de lista para a Câmara Municipal do Porto nas eleições de domingo são Rui Moreira (movimento independente "Rui Moreira: Aqui há Porto" - apoiado por IL, CDS, Nós, Cidadãos!, MAIS), Tiago Barbosa Ribeiro (PS), Vladimiro Feliz (PSD), Ilda Figueiredo (CDU), Sérgio Aires (BE), Bebiana Cunha (PAN), António Fonseca (Chega), Diogo Araújo Dantas (PPM), André Eira (Volt Portugal), Bruno Rebelo (Ergue-te) e Diamantino Raposinho (Livre).

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