Em comunicado enviado à agência Lusa, a Autoridade Marítima salienta que "as condições do estado do mar, a temperatura da água do mar ainda baixa e a configuração das praias não estão favoráveis à prática balnear".

"Grande parte das praias" estão ainda "sem vigilância e sinalização" e só há nadadores onde os concessionários já abriram portas, uma condição obrigatória que é fiscalizada pela Polícia Marítima.

As ondas ainda estão fortes e há fundões junto à linha da água, que ainda está fria e pode levar a choques térmicos.

A irregularidade da areia e os declives levam à formação de correntes fortes e agueiros, alerta a Autoridade, que aconselha a que se evite nadar ou caminhar junto à rebentação e recomenda cuidado especial com as crianças.

No domingo, uma criança que estava na água com o pai desapareceu no mar na praia de São Torpes, na costa alentejana, e ainda está a ser procurada pela Polícia Marítima.

Trinta e seis pessoas morreram afogadas entre 01 de janeiro e 01 de maio deste ano, metade das quais no mar, segundo os dados divulgados pelo Observatório do Afogamento, da Federação Portuguesa de Nadadores-Salvadores.

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