Em comunicado, a Diretoria do Norte da PJ explica que as autoridades alemãs entregaram o arguido às suas congéneres portuguesas em cumprimento de um mandado de detenção europeu.

O suspeito, de 55 anos, “sem atividade profissional conhecida, e com antecedentes criminais por crimes contra o património”, aguardava, hoje de manhã, a apresentação a um juiz de instrução para aplicação das medidas de coação tidas por adequadas.

O homem está indiciado por homicídio na forma tentada, sequestro, abuso sexual de pessoa incapaz de resistência e burla informática.

De acordo com a versão policial dos factos que levaram emissão do mandado europeu e consequente detenção, os crimes ocorreram no dia 15 de fevereiro de 2019, “quando o suspeito e a vítima, também de nacionalidade alemã, passavam férias em Portugal, na Serra do Gerês”, na região Norte.

“Sem razão aparente, o suspeito conduziu a vítima até um local ermo daquela serra, onde a vendou, amordaçou e algemou em volta de um tronco de árvore, abandonando-a, sujeita às baixas temperaturas habituais naquela altura do ano e aos animais selvagens”, relata a PJ.

Só ao fim de algumas horas é que a vítima conseguiu soltar-se e pedir auxílio.

O arguido, que se tinha apropriado dos cartões bancários da vítima, fez vários levantamentos em máquinas Multibanco.

“Encetou em seguida a fuga, vindo agora a ser detido na Alemanha e entregue a esta polícia”, afirma a PJ.

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