Entre as 22h30 e as 23h00 de segunda-feira, a Avenida da Liberdade, em Lisboa, foi palco de um tiroteio no cruzamento perto do Hotel Tivoli. Devido à necessidade de recolha de provas, duas vias da faixa de rodagem estiveram cortadas até às 7h00 desta terça-feira, mas a avenida nunca chegou a estar totalmente cortada.

Segundo o Comando Metropolitano de Lisboa da Polícia de Segurança Pública (PSP), o tiroteio “envolveu dois veículos ligeiros, fizeram disparos e ficaram invólucros no local”, sem indicação de quantas balas foram recolhidas.

Sem feridos a registar, o comissário da PSP Artur Serafim disse à CMTV que esta é "uma situação atípica", explicando que, no entanto, “não houve danos de maior”. Quando ocorreu o tiroteio, fruto da imposição do recolher obrigatório das 23h00 às 05h00, uma das novas medidas do estado de emergência, “não se encontravam pessoas a circular na via pública”, apenas veículos. A PSP refere que “não se sabe o número de ocupantes” dos veículos.

Não há feridos a registar ou qualquer suspeito identificado ou detido. Na avenida estiveram Polícia Judiciária, Polícia Municipal e PSP.

A Polícia Judiciária (PJ) disse hoje que “está tudo em aberto” sobre o tiroteio na Avenida da Liberdade, em Lisboa, que ocorreu pelas 23:00 de segunda-feira, referindo que está investigar, sem avançar qualquer informação adicional.

“Posso confirmar que a ocorrência nos foi comunicada e, neste momento, estamos a fazer investigação, mas por isso mesmo, não vamos, não podemos, para já, fazer qualquer comentário ou divulgação”, disse à Lusa fonte da PJ, escusando-se a prestar informação sobre a identificação e detenção de suspeitos, bem como sobre as provas recolhidas no local.

Questionada sobre a possibilidade de o tiroteio se ter tratado de um ajuste de contas, a PJ explicou que “quando se abre uma investigação todas as hipóteses ficam em aberto, portanto pode haver essa questão e outras, está tudo em aberto”.

O alerta para a ocorrência “foi dado por testemunhas no local, mas também esta noite não foi das mais movimentadas na cidade, portanto pouquíssima gente ou quase nenhuma assistiu”, adiantou o Comando Metropolitano de Lisboa da PSP, acrescentando que ainda não há registo de qualquer detenção, nem estão identificados possíveis suspeitos, nem informação das matrículas dos carros envolvidos.

“Não há danos, nem materiais nem pessoais, pelo menos, que tenhamos conhecimento, ninguém deu entrada em hospitais, nem ninguém pediu auxílio”, avançou a PSP.

[Atualizada às 15:25]

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