Estes cortes juntam-se aos 1.340 despedimentos anunciados em outubro e que afetaram 12 áreas de negócio do banco, incluindo o retalho, esclarece a nota citada pela agência de informação financeira Bloomberg.

No final de julho, o banco britânico Lloyds anunciou que iria despedir mais 3.000 pessoas até 2017.

O banco decidiu então alargar os seus planos de restruturação com o encerramento de 200 sucursais e o despedimento de 3.000 pessoas até ao final do próximo ano.

Com o despedimento destes 3.000 trabalhadores, subiu para 12.000 o número total de empregos a eliminar pelo banco no atual programa de restruturação, que foi anunciado em 2014.

O banco, que se voltou quase completamente para o setor privado depois de um resgate pelo Estado durante a crise financeira de 2008, elevou a sua meta de poupança para 1,4 mil milhões de libras, face ao objetivo anterior de mil milhões de libras.

O Governo britânico resgatou o Lloyds no pico da crise financeira, com um custo de cerca de 20 mil milhões de libras, que deixou nas mãos do Estado 43% do banco.

Desde então, já conseguiu reduzir a sua participação para cerca de 9%.

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