• Os Nobel voltam a ser Nobel
    A Academia sueca, ao premiar a literatura clássica de Peter Handke (tal como a de Olga Tokarczuk) veio dizer-nos que o aplauso à criação artística está acima de considerações pessoais ou políticas do autor. O comité Nobel norueguês premiou um polític
  • Uma nova ideia de mundo
    No fabuloso mundo de Greta Thunberg é possível encontrar milhões de jovens mobilizados pelo sonho de mudar as coisas para salvar a humanidade da crise climática. A multidão global de jovens envolvidos por lemas como “os oceanos estão a crescer e nós
  • A eleição que é referendo a Netanyahu
    Há meia dúzia de anos, se o chefe do governo de Israel ousasse anunciar a intenção de ampliar a soberania sobre o Vale do Jordão, na margem ocidental já ocupada desde 1967, essa fanfarronice teria efeito incendiário, desencadeando uma imparável onda
  • O fim do festim africano — Haja esperança!
    África tem hoje 1,3 mil milhões de pessoas. Estudos demográficos estimam que sejam 2,5 mil milhões em 2050 e 4 mil milhões em 2100, quando se prevê que um de cada três seres humanos no planeta esteja em África. O nosso gigantesco vizinho a sul, tão d
  • A semana do tudo ou nada
    A farsa política montada por Boris Johnson vai resistir à batalha que deputados de todas as bancadas, incluindo vários da maioria governamental conservadora, vão conduzir nesta única semana de debates parlamentares antes da intempestiva pausa de cinc
  • O capricho do POTUS
    Há cerca de uma semana, o POTUS surpreendeu toda a gente ao assumir, sem consultas prévias, que quer comprar a Gronelândia. Ficou aberto um incidente diplomático entre os EUA e a Dinamarca. Também fica em ponderação a qualidade de quem dirige o mundo
  • O que é o povo?
    Quem é o povo? Os camionistas em greve podem declarar-se povo? Sim, fazem parte do povo, são uma fração, apenas isso, uma das tantíssimas partes que constituem aquilo a que chamamos o povo. "O povo somos nós!", clamam os "gilets jaunes" franceses; "1
  • A epidemia que se propaga nos EUA
    Após cada massacre, a América, chocada, deita as mãos à cabeça, oh! meu Deus, como é que isto pôde acontecer! A América parece não querer tomar consciência da realidade que é esta: está atacada por uma epidemia que causa a morte de 85 pessoas em cada
  • O tempo de fracos homens fortes
    A onda nacionalista autoritária e xenófoba, com tribunos que impõem a gramática política do mal-estar e a desqualificação dos adversários, avança pela Europa. Está a tomar conta de Itália. Ameaça a França e, agora, irrompe em Espanha com ressurgiment
  • Boris que passa a ser Johnson
    Boris, simplesmente. Nenhum outro político britânico é habitualmente tratado apenas pelo nome próprio. Os outros são May, Corbyn, Cameron, Brown, Blair ou Major. Boris Johnson tem sido apenas Boris porque soube criar essa aparência de tipo com superf
  • Ursula à prova
    O comando político da União Europeia está à beira de passar a ter novos rostos: muito provavelmente (decide-se nesta terça-feira) Ursula von der Leyen na Comissão Europeia, e, seguramente, Christine Lagarde no Banco Central Europeu (BCE). É sabido qu
  • A Justiça espanhola consegue ser justa?
    A Justiça de Espanha tem sido imprevisível, propiciando até decisões aberrantes. Aconteceu um juiz ter proposto a absolvição dos cinco homens (usam para o grupo o nome de La Manada) que violaram uma jovem de 18 anos, a quem penetraram por onde quiser
  • Os lírios brancos em Hong-Kong
    É extraordinário que uns dois milhões de pessoas se juntem numa manifestação que as autoridades classificam de motim, o que coloca os manifestantes sob a etiqueta policial de amotinados, portanto com riscos de repressão, mas eles não recuam e tudo o
  • Tiananmen: O dever da memória
    Ninguém sabe que destino teve aquele homem de camisa branca que na manhã de 5 de junho de 89 se pôs à frente dos tanques e estancou a coluna de blindados na grande avenida que leva à Praça Tiananmen, em Pequim. Tudo leva a crer que foi preso. Pode te
  • É já hoje o primeiro teste à nova Europa
    Os “28” que dirigem os países da União Europeia reúnem-se já ao fim da tarde de hoje numa cimeira em Bruxelas. Há um bom sinal: parece que não querem perder tempo e, menos de 48 horas após o fecho das eleições, põem-se a tratar dos assuntos.
  • Eleições sob o efeito Greta
    Os europeus deram um forte abanão no tradicional sistema de partidos políticos mas continuam fiéis à ideia de democracia liberal, sem autoritarismos, que garante os direitos políticos e sociais dos cidadãos. A Europa segue como mais do que um lugar:

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