De acordo com a imprensa espanhola, que cita as autoridades, um comboio embateu contra o pára-choques instalado no fim da via 11 da Estação França, no centro de Barcelona. O comboio vinha de San Vicente Calders, Tarragona.

De acordo com o SEM, o passageiro que se encontra em estado grave foi transportado para o hospital Clínic. Outros 19 apresentam ferimentos “menos graves”, entre os quais o maquinista do comboio e 34 sofreram “lesões ligeiras”.

Os serviços de emergência transportaram os feridos para os hospitais Del Mar, Clínic, Sant Pau, Vall d’Hebron e Sagrat Cor, assim como para os centros de assistência médica de Manso, Sant Martí e Perecamps.

Fonte da Secretaria de Estado das Comunidades Portuguesas disse à Lusa que não há, por enquanto, indicação de cidadãos portugueses entre as vítimas, mas que a situação continua a ser acompanhada.

Segundo o jornal espanhol "El Mundo", a Renfe, entidade que explora a rede ferroviária espanhola, já está a investigar as causas do acidente.

O acidente ocorreu às 07:15 (06:15 em Lisboa) quando o comboio que faz ligações periféricas e procedente de Sant Vicenç de Calders (Tarragona) entrou na estação de França, em Barcelona.

Aparentemente um problema no freio impediu a paragem, tendo o comboio embatido nas proteções terminais da linha, no interior da estação.

De acordo com testemunhas, o acidente não interrompeu o movimento ferroviário das restantes linhas de caminho-de-ferro.

A Generalitat ativou o plano de alerta da Proteção Civil da Catalunha específico para situações de emergência em transportes ferroviários.

O presidente da Generalitat, Carles Puigdmont, e outros membros do governo autónomo da Catalunha deslocaram-se à estação, esperando-se ainda a presença do ministro do Fomento, Iñigo De la Serna, no local.

Entretanto as autoridades policiais (Mossos d’Esquadra) da Divisão de Transportes encontram-se a investigar as causas do acidente.

[Notícia atualizada às 10:30. O número de feridos avançado pelos serviços de emergência catalães era de 48, cerca das 09:37, em Lisboa, sendo posteriormente feito um balanço final, atualizando o número para 54.]

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