Os manifestantes, que estavam mascarados, atearam fogo em barricadas durante os confrontos, que começaram antes do amanhecer, segundo relatou a Associated Press.

Evo Morales reivindicou no dia 24 de outubro a vitória das eleições presidenciais à primeira volta, ao assegurar que obteve mais de dez pontos percentuais do que Carlos Mesa.

Contudo, a oposição boliviana acusa Morales de ter sido reeleito com recurso à fraude.

Desde essa altura têm-se registado confrontos entre apoiantes e opositores de Evo Morales e com as forças de segurança.

No poder desde 2006, o Presidente socialista pretende assumir um quarto mandato, no período entre 2020 e 2025.

Esta semana, o Governo da Bolívia anunciou um acordo com a Organização dos Estados Americanos (OEA) para a realização de uma auditoria aos resultados do escrutínio presidencial.

Porém, na quinta-feira o líder da oposição, Carlos Mesa, rejeitou a auditoria, alegando que o processo foi acordado “unilateralmente” pela Organização dos Estados Americanos (OEA) e Evo Morales.

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